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		<title>Mãe homenageia médico e dá seu nome ao filho após tratamento de fertilidade</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:12:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A chegada de um filho pode transformar uma história de espera em uma nova perspectiva de vida. Para uma mulher que desejava realizar o sonho da maternidade de forma independente, o nascimento do pequeno Emílio marcou também o início de uma homenagem especial: o bebê recebeu o nome do médico que a acompanhou durante o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     A chegada de um filho pode transformar uma história de espera em uma nova perspectiva de vida. Para uma mulher que desejava realizar o sonho da maternidade de forma independente, o nascimento do pequeno Emílio marcou também o início de uma homenagem especial: o bebê recebeu o nome do médico que a acompanhou durante o tratamento de reprodução humana assistida.<br />
A paciente, que prefere preservar sua identidade, encontrou na adoção de embrião um caminho para concretizar o desejo de ser mãe. Durante o processo, contou com o acompanhamento do Dr. Emílio Garavini, especialista em reprodução humana e responsável pela transferência do embrião doado.<br />
Com a evolução bem-sucedida da gestação e o nascimento da criança, a escolha do nome se tornou uma forma de expressar gratidão pela trajetória compartilhada.<br />
Para o médico, a homenagem teve um significado especial. &#8220;Foi uma surpresa muito especial receber essa homenagem. A gente trabalha todos os dias para ajudar pessoas a realizarem o sonho de ter um filho, mas nunca imagina que poderá fazer parte de uma história de maneira tão marcante. Saber que essa mãe escolheu dar meu nome ao filho é uma demonstração de carinho e confiança que me emociona muito. São momentos como esse que dão ainda mais sentido à nossa profissão&#8221;, afirma Garavini.<br />
A adoção de embriões como caminho para a maternidade<br />
A história também chama a atenção para uma possibilidade da medicina reprodutiva que nem sempre é conhecida por quem deseja ter filhos. Na adoção de embriões, aqueles disponibilizados para doação podem ser transferidos para o útero de outra mulher, seguindo critérios médicos e éticos aplicáveis ao procedimento.<br />
A técnica pode representar uma alternativa para diferentes projetos familiares, inclusive para mulheres que desejam viver a maternidade de forma independente. A indicação depende da avaliação individual de cada paciente, considerando seu histórico e as condições clínicas para a gestação.<br />
Nesse contexto, o acompanhamento médico envolve não apenas as etapas técnicas do tratamento, mas também a orientação sobre as possibilidades disponíveis, os critérios de indicação e as particularidades de cada caso.<br />
Mais de 20 anos dedicados à reprodução humana<br />
À frente da rede Gerar in Vitro, o Dr. Emílio Garavini atua há mais de duas décadas na área de reprodução humana assistida. Fundada em 2008 pelo ginecologista, a rede está presente em 15 municípios de Minas Gerais e da Bahia, com unidades próprias e laboratórios de alta complexidade.<br />
De acordo com informações institucionais da empresa, a estrutura inclui seis unidades com laboratórios próprios e cinco unidades exclusivas para consultas médicas. A rede também informa que mais de 5 mil bebês nasceram com o auxílio de técnicas de reprodução humana assistida ao longo de sua trajetória.<br />
A Gerar in Vitro destaca como princípios de atuação a ética, o respeito, o conforto e a atenção individualizada aos pacientes, em uma área da medicina que envolve decisões pessoais e diferentes expectativas em relação à formação de uma família.<br />
No caso da mãe do pequeno Emílio, o tratamento chegou ao resultado desejado com o nascimento do filho. A escolha do nome acrescentou à história um significado particular: além de celebrar a maternidade, tornou-se uma lembrança da relação de confiança construída ao longo do acompanhamento médico.<br />
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<h4>Mãe homenageia médico e dá seu nome ao filho após tratamento de fertilidade</h4>
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		<title>Esposa de Leandro Paredes se declara após gol decisivo do jogador pelo Boca Juniors: &#039;Orgulho&#039;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:07:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O gol decisivo de Leandro Paredes na vitória do Boca Juniors por 3 a 1 sobre o Vasco, na terça-feira, dia 20, pela semifinal da Copa Sul-Americana, rendeu uma declaração emocionada de sua mulher, Camila Galante. Nas redes sociais, a empresária exaltou a resiliência e a força do jogador argentino, que entrou em campo mesmo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     O gol decisivo de Leandro Paredes na vitória do Boca Juniors por 3 a 1 sobre o Vasco, na terça-feira, dia 20, pela semifinal da Copa Sul-Americana, rendeu uma declaração emocionada de sua mulher, Camila Galante. Nas redes sociais, a empresária exaltou a resiliência e a força do jogador argentino, que entrou em campo mesmo após sofrer uma lesão e marcou o gol que garantiu a classificação da equipe para a final.<br />
A presença do meio-campista na partida chegou a ser incerta após ele sofrer uma lesão muscular antes do confronto. Apesar das dúvidas sobre suas condições físicas, Paredes entrou em campo aos 12 minutos do segundo tempo, no lugar de Rodrigo Battaglia, quando o Boca vencia por 2 a 1.<br />
Nove minutos depois, o Vasco empatou o jogo e igualou o placar agregado. A dois minutos do fim do tempo regulamentar, porém, o argentino marcou de fora da área e garantiu a vitória por 3 a 1, assegurando a classificação do Boca Juniors.<br />
Após a partida, Galante compartilhou nos stories do Instagram uma publicação da página Planeta Boca Juniors e dedicou uma mensagem ao marido.<br />
— Você é imenso, é força, é resiliência, é orgulho. Obrigada. Te amo com todo o meu coração — escreveu a empresária.<br />
Companheira de Paredes desde a adolescência, Galante é mãe dos três filhos do jogador. A declaração destacou o esforço do atleta para disputar a semifinal, apesar do problema físico, e a importância do gol para a equipe argentina.<br />
Neymar homenageia Paredes após gol contra o Vasco<br />
Paredes também recebeu uma homenagem inesperada de Neymar. O brasileiro publicou nas redes sociais um vídeo em que mostrou um quadro exposto em sua casa com a camisa 5 usada pelo argentino na final da Copa América de 2021, quando a Argentina venceu o Brasil por 1 a 0, justamente no Maracanã. Na publicação, Neymar também marcou o perfil do jogador.<br />
Os dois atuaram juntos no Paris Saint-Germain (PSG), na França, e construíram uma relação de amizade. A homenagem evidenciou a admiração do brasileiro pelo meio-campista argentino, que voltou a ser protagonista no estádio onde conquistou um dos títulos mais importantes de sua carreira.<br />
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<h4>Esposa de Leandro Paredes se declara após gol decisivo do jogador pelo Boca Juniors: &#039;Orgulho&#039;</h4>
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		<title>Esposa de Leandro Paredes se declara após gol decisivo do jogador pelo Boca Juniors: &#039;Orgulho&#039;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:07:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O gol decisivo de Leandro Paredes na vitória do Boca Juniors por 3 a 1 sobre o Vasco, na terça-feira, dia 20, pela semifinal da Copa Sul-Americana, rendeu uma declaração emocionada de sua mulher, Camila Galante. Nas redes sociais, a empresária exaltou a resiliência e a força do jogador argentino, que entrou em campo mesmo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     O gol decisivo de Leandro Paredes na vitória do Boca Juniors por 3 a 1 sobre o Vasco, na terça-feira, dia 20, pela semifinal da Copa Sul-Americana, rendeu uma declaração emocionada de sua mulher, Camila Galante. Nas redes sociais, a empresária exaltou a resiliência e a força do jogador argentino, que entrou em campo mesmo após sofrer uma lesão e marcou o gol que garantiu a classificação da equipe para a final.<br />
A presença do meio-campista na partida chegou a ser incerta após ele sofrer uma lesão muscular antes do confronto. Apesar das dúvidas sobre suas condições físicas, Paredes entrou em campo aos 12 minutos do segundo tempo, no lugar de Rodrigo Battaglia, quando o Boca vencia por 2 a 1.<br />
Nove minutos depois, o Vasco empatou o jogo e igualou o placar agregado. A dois minutos do fim do tempo regulamentar, porém, o argentino marcou de fora da área e garantiu a vitória por 3 a 1, assegurando a classificação do Boca Juniors.<br />
Após a partida, Galante compartilhou nos stories do Instagram uma publicação da página Planeta Boca Juniors e dedicou uma mensagem ao marido.<br />
— Você é imenso, é força, é resiliência, é orgulho. Obrigada. Te amo com todo o meu coração — escreveu a empresária.<br />
Companheira de Paredes desde a adolescência, Galante é mãe dos três filhos do jogador. A declaração destacou o esforço do atleta para disputar a semifinal, apesar do problema físico, e a importância do gol para a equipe argentina.<br />
Neymar homenageia Paredes após gol contra o Vasco<br />
Paredes também recebeu uma homenagem inesperada de Neymar. O brasileiro publicou nas redes sociais um vídeo em que mostrou um quadro exposto em sua casa com a camisa 5 usada pelo argentino na final da Copa América de 2021, quando a Argentina venceu o Brasil por 1 a 0, justamente no Maracanã. Na publicação, Neymar também marcou o perfil do jogador.<br />
Os dois atuaram juntos no Paris Saint-Germain (PSG), na França, e construíram uma relação de amizade. A homenagem evidenciou a admiração do brasileiro pelo meio-campista argentino, que voltou a ser protagonista no estádio onde conquistou um dos títulos mais importantes de sua carreira.<br />
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<h4>Esposa de Leandro Paredes se declara após gol decisivo do jogador pelo Boca Juniors: &#039;Orgulho&#039;</h4>
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		<title>Flávio apresenta 19 condições para abrir sigilo após ser desafiado por Lula</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:02:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desafiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a abrir os sigilos telefônico e fiscal, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou nesta quarta-feira uma lista de 19 condições para atender ao chamado do petista. São pedidos de acesso a informações financeiras, telefônicas e administrativas envolvendo o adversário na disputa do segundo turno, seus familiares e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     Desafiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a abrir os sigilos telefônico e fiscal, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou nesta quarta-feira uma lista de 19 condições para atender ao chamado do petista. São pedidos de acesso a informações financeiras, telefônicas e administrativas envolvendo o adversário na disputa do segundo turno, seus familiares e pessoas próximas ao governo. O <a href="https://muralfashion.com/sinamod-certificacao-digital-de-modelos" data-internallinksmanager029f6b8e52c="1" title="SINAMOD" target="_blank" rel="noopener">documento</a> foi juntado ao procedimento do PT protocolado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). <br />
Os pedidos são uma resposta ao desafio lançado pelo petista, que se dispôs a abrir os próprios sigilos e os de familiares caso o adversário fizesse o mesmo.<br />
Entre as solicitações estão dados bancários e fiscais de empresas ligadas aos filhos de Lula, registros de encontros do presidente com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, informações sobre a lobista Roberta Luchsinger e despesas do cartão corporativo da Presidência. O senador também pede informações sobre voos da Força Aérea Brasileira (FAB), visitas aos palácios presidenciais e reuniões de pessoas próximas ao governo com autoridades.<br />
Os pedidos estão divididos em quatro frentes na petição apresentada ao TSE. A primeira trata de empresas e pessoas ligadas à família do presidente e ao Instituto Lula. A segunda reúne informações sobre a relação do governo com Vorcaro. A terceira aborda Roberta Luchsinger e o caso das fraudes contra aposentados do INSS. A última trata de despesas custeadas com dinheiro público.<br />
Veja os 19 pedidos de informações apresentados por Flávio<br />
Empresas e pessoas ligadas à família de Lula<br />
&#8211; Empresas nacionais e sociedades offshore de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha &#8211; o senador pede a quebra dos sigilos bancário, desde 2003, do filho do presidente, de sua mulher, Renata de Abreu Moreira, e de empresas nacionais ligadas a ele;<br />
&#8211; Empresas de Sandro Luís e Marcos Cláudio Lula da Silva, também filhos de Lula<br />
&#8211; Empresas de Fernando Bittar, sócio de Lulinha;<br />
&#8211; Empresas dos demais filhos de Lula como Lurian Cordeiro Lula da Silva, Marcos Cláudio Lula da Silva, Sandro Luís Lula da Silva e Luís Cláudio Lula da Silva;<br />
&#8211; Quebra de sigilo do Instituto Lula e de Paulo Okamotto que foi presidente do institudo por anos.<br />
Relações do governo com Daniel Vorcaro<br />
&#8211; Registros de visitas a Vorcaro durante sua custódia na Polícia Federal<br />
&#8211; Planos de voo e passageiros de aeronave atribuída a Vorcaro na semana de sua prisão, em novembro de 2025;<br />
&#8211; Relação de participantes e todos os registros do encontro entre o presidente e o banqueiro, realizado em 4 de dezembro de 2024;<br />
&#8211; Entradas de Vorcaro e seu intermediários nos palácios do Planalto e Alvorada;<br />
&#8211; Registros de entrada de Guido Mantega e Augusto Lima no Planalto;<br />
&#8211; Sigilos de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT.<br />
Roberta Luchsinger e o caso do INSS<br />
&#8211; Visitas de Roberta Luchsinger ao Planalto e ao Alvorada;<br />
&#8211; Voos da FAB com Roberta Luchsinger<br />
&#8211; Reuniões da lobista em órgãos federais;<br />
&#8211; Sigilos de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula;<br />
&#8211; Sigilos de Frei Chico, irmão de Lula, e do Sindnapi, sindicato supostamente envolvido no escândalo do INSS;<br />
Despesas custeadas com dinheiro público<br />
&#8211; Gastos do cartão corporativo da Presidência desde janeiro de 2023;<br />
&#8211; Agenda de Janja, visitas dos filhos de Lula, helicópteros e gastos do Alvorada.<br />
Além desses 19 pedidos, Flávio solicita que o TSE intime Lula a se manifestar sobre as condições e apresente os termos individuais de autorização para a abertura dos sigilos. Caso o presidente não concorde, o senador pede que a recusa seja registrada nos autos. Na petição, Flávio afirma que também autoriza a abertura dos próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico relativos aos últimos 20 anos, além da divulgação de mensagens trocadas com Vorcaro.<br />
O embate começou no debate presidencial da TV Band, realizado no último domingo, quando Lula desafiou Flávio a abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico e afirmou que estaria disposto a fazer o mesmo. <br />
A proposta inicial do petista era mais restrita, voltada à divulgação de dados dos dois adversários e de familiares. Flávio, porém, dobrou a aposta e ampliou o alcance da discussão ao incluir empresas, parentes, empresários, ex-integrantes do governo, registros de reuniões e despesas públicas.<br />
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<h4>Flávio apresenta 19 condições para abrir sigilo após ser desafiado por Lula</h4>
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		<item>
		<title>Funcionando por fora, esgotado por dentro: como reconhecer o burnout</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:02:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muitas pessoas não usam a palavra burnout. Dizem que andam sem paciência, que dormem e acordam cansadas ou que o trabalho, antes estimulante, agora pesa. A rotina continua: prazos são cumpridos, mensagens respondidas, responsabilidades atendidas. Ainda assim, o esforço para manter o ritmo parece cada vez maior, descreve a psicóloga clínica Flávia Fávero, de abordagem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     Muitas pessoas não usam a palavra burnout. Dizem que andam sem paciência, que dormem e acordam cansadas ou que o trabalho, antes estimulante, agora pesa. A rotina continua: prazos são cumpridos, mensagens respondidas, responsabilidades atendidas. Ainda assim, o esforço para manter o ritmo parece cada vez maior, descreve a psicóloga clínica Flávia Fávero, de abordagem analítica (CRP 08/39154), que atende em Curitiba e região.<br />
A dimensão do problema aparece nos dados oficiais. Em 2025, a Previdência Social concedeu 7.595 benefícios por incapacidade temporária ligados ao burnout, ante 823 em 2021, segundo o Ministério da Previdência Social. No mesmo ano, os afastamentos por transtornos mentais e comportamentais chegaram a 546.254, alta de 15,66% sobre 2024, com transtornos ansiosos e episódios depressivos à frente. Os números consideram apenas licenças acima de 15 dias pagas pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e, por isso, não alcançam quem segue trabalhando apesar dos sintomas.<br />
O que é burnout, segundo a OMS<br />
Na CID-11 (Classificação Internacional de Doenças), em vigor desde 2022, a OMS (Organização Mundial da Saúde) define o burnout, sob o código QD85, como um fenômeno ocupacional associado ao estresse crônico no trabalho que não foi adequadamente manejado. A classificação o descreve por três dimensões: sensação de esgotamento ou perda de energia; distanciamento mental do trabalho, com negativismo ou cinismo em relação à atividade; e redução da eficácia profissional. A OMS ressalta que o termo se refere especificamente ao contexto de trabalho.<br />
Quais são os sinais do burnout<br />
No cotidiano, o burnout pode vir acompanhado de cansaço físico e mental, dificuldade de concentração, insônia, dores de cabeça, alterações de humor, irritabilidade e sentimentos de incompetência ou negatividade em relação ao trabalho. Esses sinais podem aparecer de forma gradual e variar entre pessoas. Isoladamente, porém, não confirmam burnout: também podem estar relacionados a outras condições de saúde e precisam ser avaliados no contexto de cada caso.<br />
Como é feito o diagnóstico<br />
O diagnóstico exige avaliação clínica por profissional de saúde. Por isso, segundo Flávia, reconhecer sinais de sofrimento não significa concluir por conta própria que se trata de burnout. Ela orienta observar há quanto tempo esses sinais persistem, como afetam a vida cotidiana e se estão relacionados às condições de trabalho.<br />
Sobrecarga, organização do trabalho e NR-1<br />
De acordo com a psicóloga, a sobrecarga pode se intensificar quando a pessoa assume novas responsabilidades sem recursos ou tempo suficientes, prolonga a jornada e adia o descanso para compensar as exigências. Com o tempo, o sono pode piorar, a vida fora do trabalho pode encolher e tarefas antes manejáveis podem parecer cada vez mais difíceis. Tentar responder a esse desgaste trabalhando ainda mais pode manter o ciclo.<br />
Para Flávia, a análise não deve se limitar à capacidade individual de lidar com a pressão. A organização do trabalho também importa. Sobrecarga, assédio, falta de apoio, baixa autonomia e indefinição de funções estão entre os fatores que podem afetar a saúde dos trabalhadores. Em relatório publicado em abril de 2026, a OIT (Organização Internacional do Trabalho) estimou que riscos psicossociais, como longas jornadas, insegurança no emprego e assédio, estão associados a mais de 840 mil mortes por ano no mundo e a perdas equivalentes a 1,37% do PIB (Produto Interno Bruto) global.<br />
No Brasil, a revisão do capítulo 1.5 da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1), em vigor desde 26 de maio de 2026, passou a mencionar expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais. A orientação do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) é avaliar as condições e a organização do trabalho, e não usar a norma como instrumento de diagnóstico individual. Em junho, o STF (Supremo Tribunal Federal) suspendeu a aplicação de multas e outras sanções ligadas a esses dispositivos para abrir uma conciliação entre as partes. A medida foi prorrogada em setembro por mais 90 dias, mas a norma segue válida e as empresas continuam obrigadas a observá-la.<br />
Quando procurar ajuda<br />
O cuidado pode envolver acompanhamento profissional e mudanças nas condições que contribuem para o adoecimento. Na avaliação da psicóloga, medidas individuais, como descanso e atividades de lazer, podem ajudar, mas não substituem ações sobre um ambiente de trabalho que continua produzindo sobrecarga ou sofrimento. Da mesma forma, uma avaliação clínica contribui para compreender os sintomas e orientar os próximos passos.<br />
&#8220;Procurar ajuda pode parecer mais uma tarefa numa agenda cheia ou uma admissão de fracasso. Não é necessário esperar chegar ao limite&#8221;, afirma Flávia. Conversar com alguém de confiança e buscar avaliação com um profissional de saúde, segundo ela, são formas de começar a cuidar do problema.<br />
A psicóloga reforça que o esgotamento não deve ser reduzido a falta de força ou de organização pessoal. Compreender seus sinais e examinar as condições de trabalho, conclui, são passos importantes para interromper o ciclo e construir formas mais sustentáveis de trabalhar.<br />
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<h4>Funcionando por fora, esgotado por dentro: como reconhecer o burnout</h4>
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		<item>
		<title>Reposição hormonal na menopausa exige avaliação médica e cuidados individuais</title>
		<link>https://brcom.dev.br/reposic%cc%a7a%cc%83o-hormonal-na-menopausa-exige-avaliac%cc%a7a%cc%83o-medica-e-cuidados-individuais-2?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reposic%25cc%25a7a%25cc%2583o-hormonal-na-menopausa-exige-avaliac%25cc%25a7a%25cc%2583o-medica-e-cuidados-individuais-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[A menopausa representa uma transformação natural na vida da mulher, mas seus efeitos podem ultrapassar as alterações hormonais e comprometer o bem-estar físico e emocional. Ondas de calor, suores noturnos, dificuldades para dormir e desconfortos íntimos estão entre as manifestações mais frequentes dessa fase. Para o médico Madier Saldanha Corrêa, responsável pela clínica MC Medicina [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     A menopausa representa uma transformação natural na vida da mulher, mas seus efeitos podem ultrapassar as alterações hormonais e comprometer o bem-estar físico e emocional. Ondas de calor, suores noturnos, dificuldades para dormir e desconfortos íntimos estão entre as manifestações mais frequentes dessa fase. Para o médico Madier Saldanha Corrêa, responsável pela clínica MC Medicina Avançada, compreender essas mudanças é fundamental para oferecer tratamentos seguros e individualizados.<br />
&#8220;Falar sobre reposição hormonal é falar sobre qualidade de vida, mas também sobre responsabilidade médica. Essa é uma fase natural da vida, mas isso não significa que a mulher precise enfrentar sozinha sintomas que comprometem seu bem-estar&#8221;, afirma o médico.<br />
A terapia de reposição hormonal consiste na utilização de hormônios para compensar parte da redução da produção ovariana, especialmente do estrogênio. Entre seus principais benefícios estão o controle das ondas de calor e dos suores noturnos, manifestações que podem prejudicar o descanso e as atividades cotidianas. Em determinadas situações, o tratamento também pode ser considerado durante a perimenopausa, período que antecede a última menstruação.<br />
Segundo Corrêa, a indicação deve considerar as particularidades de cada paciente, incluindo sintomas, histórico clínico e possíveis fatores de risco. &#8220;Quando avalio a possibilidade de uma terapia de reposição hormonal, meu ponto de partida é compreender a mulher que está diante de mim. A decisão não deve partir de uma receita pronta ou da experiência de outra pessoa. O que funciona para uma paciente pode não ser adequado para outra&#8221;, explica.<br />
O especialista ressalta que manifestações como cansaço, irritabilidade e dificuldade de concentração não devem ser automaticamente atribuídas à redução hormonal. Alterações do sono, condições clínicas e fatores relacionados à rotina também precisam ser investigados. Nesse contexto, a avaliação médica permite identificar outras causas e estabelecer estratégias adequadas às necessidades individuais.<br />
A saúde íntima constitui outro aspecto importante do acompanhamento. A diminuição do estrogênio pode provocar ressecamento vaginal, ardor e dor durante as relações sexuais. Embora frequentes, essas queixas ainda são pouco discutidas por muitas mulheres. &#8220;Existem tratamentos para aliviar esses sintomas, incluindo opções locais. A escolha depende da avaliação médica, pois nem toda paciente com desconforto íntimo precisa de uma terapia que atue no organismo inteiro&#8221;, esclarece.<br />
Além do controle dos sintomas, a terapia hormonal sistêmica pode contribuir para preservar a massa óssea, reduzindo a perda de densidade mineral e o risco de fraturas durante sua utilização. Entretanto, Corrêa destaca que a proteção dos ossos também depende de hábitos saudáveis, como exercícios de força, alimentação equilibrada e acompanhamento preventivo.<br />
A relação entre benefícios e riscos costuma ser mais favorável para mulheres saudáveis, com sintomas, abaixo dos 60 anos ou com menos de dez anos desde o início da menopausa, desde que não apresentem contraindicações. A avaliação deve considerar antecedentes pessoais e familiares, presença de útero e condições que possam interferir na segurança do tratamento.<br />
&#8220;Histórico pessoal de determinados tumores, trombose, doença hepática ou sangramento vaginal sem causa esclarecida exige atenção e pode contraindicar a terapia sistêmica. Informar com clareza permite decidir com consciência, sem promessas e sem medo generalizado&#8221;, pontua o médico.<br />
Nas mulheres que possuem útero, o uso sistêmico de estrogênio geralmente precisa ser associado a um progestagênio para proteger o endométrio. A dose, a via de administração e a duração do tratamento devem ser definidas individualmente, com reavaliações periódicas para acompanhar os resultados e identificar possíveis efeitos adversos.<br />
Para Corrêa, a reposição hormonal não deve ser apresentada como solução universal para o envelhecimento feminino. &#8220;Não apresento reposição hormonal como fórmula de rejuvenescimento, tratamento para emagrecer ou garantia de prevenção cardiovascular. Seu valor está na indicação correta. Quando ela não é indicada ou não é a escolha da paciente, existem alternativas para aliviar os sintomas&#8221;, destaca.<br />
Formado em Medicina pela Faculdade Héctor Alejandro Barceló, na Argentina, com diploma revalidado em 2014, Madier Saldanha Corrêa, CRM 207051, possui pós-graduações em Saúde da Família pela Universidade Federal de Santa Catarina, Endocrinologia pelo IPEMED e Nutrologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. À frente da MC Medicina Avançada, atua com foco em tratamentos de emagrecimento e reposição hormonal.<br />
Para o médico, o principal objetivo é proporcionar uma experiência de cuidado fundamentada em conhecimento científico, segurança e respeito às escolhas individuais. &#8220;Acredito em um cuidado que una ciência, escuta e acompanhamento, para que cada mulher atravesse essa fase com mais conforto, informação e autonomia&#8221;, conclui.<br />
Instagram: @drmadiercorrea<br />
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<h4>Reposição hormonal na menopausa exige avaliação médica e cuidados individuais</h4>
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		<title>Reposição hormonal na menopausa exige avaliação médica e cuidados individuais</title>
		<link>https://brcom.dev.br/reposic%cc%a7a%cc%83o-hormonal-na-menopausa-exige-avaliac%cc%a7a%cc%83o-medica-e-cuidados-individuais?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reposic%25cc%25a7a%25cc%2583o-hormonal-na-menopausa-exige-avaliac%25cc%25a7a%25cc%2583o-medica-e-cuidados-individuais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:58:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A menopausa representa uma transformação natural na vida da mulher, mas seus efeitos podem ultrapassar as alterações hormonais e comprometer o bem-estar físico e emocional. Ondas de calor, suores noturnos, dificuldades para dormir e desconfortos íntimos estão entre as manifestações mais frequentes dessa fase. Para o médico Madier Saldanha Corrêa, responsável pela clínica MC Medicina [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     A menopausa representa uma transformação natural na vida da mulher, mas seus efeitos podem ultrapassar as alterações hormonais e comprometer o bem-estar físico e emocional. Ondas de calor, suores noturnos, dificuldades para dormir e desconfortos íntimos estão entre as manifestações mais frequentes dessa fase. Para o médico Madier Saldanha Corrêa, responsável pela clínica MC Medicina Avançada, compreender essas mudanças é fundamental para oferecer tratamentos seguros e individualizados.<br />
&#8220;Falar sobre reposição hormonal é falar sobre qualidade de vida, mas também sobre responsabilidade médica. Essa é uma fase natural da vida, mas isso não significa que a mulher precise enfrentar sozinha sintomas que comprometem seu bem-estar&#8221;, afirma o médico.<br />
A terapia de reposição hormonal consiste na utilização de hormônios para compensar parte da redução da produção ovariana, especialmente do estrogênio. Entre seus principais benefícios estão o controle das ondas de calor e dos suores noturnos, manifestações que podem prejudicar o descanso e as atividades cotidianas. Em determinadas situações, o tratamento também pode ser considerado durante a perimenopausa, período que antecede a última menstruação.<br />
Segundo Corrêa, a indicação deve considerar as particularidades de cada paciente, incluindo sintomas, histórico clínico e possíveis fatores de risco. &#8220;Quando avalio a possibilidade de uma terapia de reposição hormonal, meu ponto de partida é compreender a mulher que está diante de mim. A decisão não deve partir de uma receita pronta ou da experiência de outra pessoa. O que funciona para uma paciente pode não ser adequado para outra&#8221;, explica.<br />
O especialista ressalta que manifestações como cansaço, irritabilidade e dificuldade de concentração não devem ser automaticamente atribuídas à redução hormonal. Alterações do sono, condições clínicas e fatores relacionados à rotina também precisam ser investigados. Nesse contexto, a avaliação médica permite identificar outras causas e estabelecer estratégias adequadas às necessidades individuais.<br />
A saúde íntima constitui outro aspecto importante do acompanhamento. A diminuição do estrogênio pode provocar ressecamento vaginal, ardor e dor durante as relações sexuais. Embora frequentes, essas queixas ainda são pouco discutidas por muitas mulheres. &#8220;Existem tratamentos para aliviar esses sintomas, incluindo opções locais. A escolha depende da avaliação médica, pois nem toda paciente com desconforto íntimo precisa de uma terapia que atue no organismo inteiro&#8221;, esclarece.<br />
Além do controle dos sintomas, a terapia hormonal sistêmica pode contribuir para preservar a massa óssea, reduzindo a perda de densidade mineral e o risco de fraturas durante sua utilização. Entretanto, Corrêa destaca que a proteção dos ossos também depende de hábitos saudáveis, como exercícios de força, alimentação equilibrada e acompanhamento preventivo.<br />
A relação entre benefícios e riscos costuma ser mais favorável para mulheres saudáveis, com sintomas, abaixo dos 60 anos ou com menos de dez anos desde o início da menopausa, desde que não apresentem contraindicações. A avaliação deve considerar antecedentes pessoais e familiares, presença de útero e condições que possam interferir na segurança do tratamento.<br />
&#8220;Histórico pessoal de determinados tumores, trombose, doença hepática ou sangramento vaginal sem causa esclarecida exige atenção e pode contraindicar a terapia sistêmica. Informar com clareza permite decidir com consciência, sem promessas e sem medo generalizado&#8221;, pontua o médico.<br />
Nas mulheres que possuem útero, o uso sistêmico de estrogênio geralmente precisa ser associado a um progestagênio para proteger o endométrio. A dose, a via de administração e a duração do tratamento devem ser definidas individualmente, com reavaliações periódicas para acompanhar os resultados e identificar possíveis efeitos adversos.<br />
Para Corrêa, a reposição hormonal não deve ser apresentada como solução universal para o envelhecimento feminino. &#8220;Não apresento reposição hormonal como fórmula de rejuvenescimento, tratamento para emagrecer ou garantia de prevenção cardiovascular. Seu valor está na indicação correta. Quando ela não é indicada ou não é a escolha da paciente, existem alternativas para aliviar os sintomas&#8221;, destaca.<br />
Formado em Medicina pela Faculdade Héctor Alejandro Barceló, na Argentina, com diploma revalidado em 2014, Madier Saldanha Corrêa, CRM 207051, possui pós-graduações em Saúde da Família pela Universidade Federal de Santa Catarina, Endocrinologia pelo IPEMED e Nutrologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. À frente da MC Medicina Avançada, atua com foco em tratamentos de emagrecimento e reposição hormonal.<br />
Para o médico, o principal objetivo é proporcionar uma experiência de cuidado fundamentada em conhecimento científico, segurança e respeito às escolhas individuais. &#8220;Acredito em um cuidado que una ciência, escuta e acompanhamento, para que cada mulher atravesse essa fase com mais conforto, informação e autonomia&#8221;, conclui.<br />
Instagram: @drmadiercorrea<br />
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<h4>Reposição hormonal na menopausa exige avaliação médica e cuidados individuais</h4>
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		<title>Canetas emagrecedoras e lipedema exigem atenção médica e cuidado individualizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:54:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O crescimento do uso de canetas emagrecedoras e a busca por tratamentos para reduzir medidas têm ampliado as discussões sobre os cuidados necessários durante o processo de emagrecimento. Embora os avanços da medicina ofereçam novas possibilidades terapêuticas, a utilização de medicamentos sem orientação profissional pode comprometer a saúde e provocar complicações. Paralelamente, condições como o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     O crescimento do uso de canetas emagrecedoras e a busca por tratamentos para reduzir medidas têm ampliado as discussões sobre os cuidados necessários durante o processo de emagrecimento. Embora os avanços da medicina ofereçam novas possibilidades terapêuticas, a utilização de medicamentos sem orientação profissional pode comprometer a saúde e provocar complicações. Paralelamente, condições como o lipedema, frequentemente confundidas com o excesso de peso, reforçam a importância de uma avaliação individualizada, capaz de considerar não apenas a aparência física, mas também o funcionamento do organismo e a qualidade de vida.<br />
Formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a médica Vanessa Afonso Magalhães acumula 32 anos de experiência profissional, incluindo atuação no Corpo de Bombeiros. Atualmente, dedica-se às áreas de emagrecimento e longevidade, com atenção à saúde metabólica e ao acompanhamento de homens e mulheres que buscam resultados sustentáveis. Em sua prática clínica, recebe pacientes que utilizaram medicamentos para emagrecer por conta própria e posteriormente enfrentaram efeitos adversos, dificuldades para manter o peso ou recuperação dos quilos perdidos.<br />
Entre os riscos associados ao uso inadequado das canetas emagrecedoras estão náuseas, vômitos, diarreia, desidratação e perda excessiva de massa muscular. Em determinadas situações, podem ocorrer complicações mais graves, que exigem atendimento médico. A redução acelerada do peso também pode contribuir para deficiências nutricionais, queda de cabelo e enfraquecimento das unhas, especialmente quando não existe acompanhamento alimentar adequado.<br />
&#8220;Quando entendemos que a obesidade é uma doença crônica, precisamos mudar a forma como enxergamos o emagrecimento. Não se trata simplesmente de utilizar uma caneta emagrecedora, mas de compreender o organismo, identificar possíveis fatores associados ao ganho de peso e construir um tratamento seguro e individualizado&#8221;, explica a Dra. Vanessa.<br />
Segundo a médica, o planejamento terapêutico deve considerar idade, histórico clínico, exames laboratoriais e necessidades específicas de cada paciente. A avaliação da composição corporal por bioimpedância, associada ao suporte nutricional e aos ajustes terapêuticos quando indicados, permite acompanhar a evolução do tratamento. O objetivo não é apenas reduzir os números apresentados na balança, mas preservar a massa muscular, melhorar a saúde metabólica e estabelecer hábitos que favoreçam a manutenção dos resultados.<br />
Outro desafio observado no atendimento feminino envolve o lipedema, doença crônica caracterizada pelo acúmulo desproporcional de tecido adiposo, principalmente nas pernas e, em alguns casos, nos braços. A condição pode provocar dor, sensibilidade ao toque, sensação de peso e facilidade para desenvolver hematomas. Apesar de poder coexistir com a obesidade, apresenta características próprias e não deve ser interpretada simplesmente como consequência do ganho de peso.<br />
Para muitas mulheres, os efeitos ultrapassam as manifestações físicas. A dificuldade para encontrar roupas confortáveis, o desconforto durante atividades cotidianas e as alterações na imagem corporal podem comprometer a autoestima e o bem-estar emocional. Algumas pacientes passam anos tentando modificar a aparência das pernas por meio de dietas e exercícios, sem compreender que os sintomas podem estar relacionados a uma condição que necessita de investigação específica.<br />
Na avaliação de Vanessa Magalhães, reconhecer essas particularidades é fundamental para evitar julgamentos e oferecer assistência adequada. O diagnóstico do lipedema é essencialmente clínico e considera a distribuição do tecido adiposo, os sintomas apresentados, o histórico da paciente e a exclusão de outras condições. A abordagem pode envolver atividade física adaptada, acompanhamento nutricional, controle dos sintomas e atuação conjunta de diferentes profissionais de saúde.<br />
&#8220;Não estamos olhando apenas para as pernas de uma mulher. Estamos cuidando de alguém que pode ter passado anos convivendo com dor, limitações e culpa, sem compreender o que estava acontecendo com o próprio corpo. Nosso objetivo é promover saúde, melhorar a qualidade de vida e oferecer um cuidado individualizado, respeitando a história e as necessidades de cada paciente&#8221;, destaca a Dra. Vanessa Magalhães.<br />
A especialista ressalta que o cuidado com o lipedema não deve ser limitado à redução de medidas ou à expectativa de eliminar definitivamente uma doença crônica. O tratamento busca aliviar sintomas, preservar a mobilidade e favorecer maior autonomia. Da mesma forma, no emagrecimento, a indicação de medicamentos precisa respeitar critérios clínicos, contraindicações e a resposta individual de cada organismo.<br />
Para Vanessa, a medicina deve contribuir para uma relação mais saudável com o próprio corpo, sem transformar a perda de peso em uma corrida por resultados imediatos. Tanto no tratamento da obesidade quanto no acompanhamento do lipedema, o diagnóstico correto, a orientação profissional e o cuidado contínuo são fundamentais para decisões mais seguras, com foco na saúde, na funcionalidade e na qualidade de vida.<br />
Redes e contato profissional:<br />
Instagram: @dra.vanessamagalhaes_</p>
<p>WhatsApp: (21) 99174-1469<br />
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<h4>Canetas emagrecedoras e lipedema exigem atenção médica e cuidado individualizado</h4>
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		<title>STF tira ISS do cálculo do PIS/Cofins; derrota para a União é estimada em R$ 35,4 bi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, por 6 votos a 5, que o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), que é municipal, não deve ser incluído na base de cálculo do PIS e da Cofins, contribuições federais que financiam a seguridade social. O resultado é uma derrota para a União: segundo a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, por 6 votos a 5, que o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), que é municipal, não deve ser incluído na base de cálculo do PIS e da Cofins, contribuições federais que financiam a seguridade social.<br />
O resultado é uma derrota para a União: segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, o impacto estimado de uma decisão contrária ao governo nesse caso é de R$ 35,4 bilhões.<br />
O voto decisivo foi dado nesta tarde pelo ministro Luiz Fux. Segundo ele, é “inconteste” que o ISS não é um valor que “se incorpora com definitividade no patrimônio, não configurando faturamento ou receita”. Fux sustentou que o encargo é repassado pela empresa a seus clientes e, por isso, seria uma “mera entrada financeira”, que integra os cofres da empresa “momentaneamente, até ser repassado ao ente público”.<br />
O caso chegou ao Supremo por meio de um recurso da Viação Alvorada, de Porto Alegre (RS), contra decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). O tribunal regional validou a inclusão do ISS, tributo de competência dos municípios e do Distrito Federal, na base do PIS/Cofins. No STF, a empresa argumentou que a cobrança é inconstitucional, porque o tributo não integra o seu patrimônio.<br />
O julgamento começou em 2020, no plenário virtual, mas um pedido de destaque do próprio Fux levou a discussão para o plenário físico. Naquele momento, o placar estava empatado em 4 a 4. Como metade dos ministros que votaram na ocasião já se aposentou, seus votos foram mantidos.<br />
O relator, ministro Celso de Mello (aposentado), votou para acolher o recurso e retirar o ISS da base de cálculo do PIS/Cofins. Para o ex-decano, o valor do ISS não é receita nem faturamento, mas uma entrada financeira que “meramente transita pelo patrimônio e pela contabilidade do contribuinte”. Os ministros Ricardo Lewandowski (aposentado), Rosa Weber (aposentada), Cármen Lúcia e André Mendonça acompanharam o relator.<br />
Já o ministro Dias Toffoli votou pela manutenção do ISS na base de cálculo, por entender que o valor integra o patrimônio do contribuinte. Toffoli argumentou que um prestador de serviços pode usar lucros acumulados para pagar o ISS, sem repassar o custo ao consumidor. Nesse caso, segundo ele, o contribuinte usa recursos do próprio patrimônio para pagar o tributo. Os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso (aposentado) acompanharam a divergência.<br />
O julgamento foi concluído na semana seguinte a outra vitória dos contribuintes no STF, em uma disputa sobre a cobrança de tributos federais sobre incentivos concedidos pelos estados via ICMS. Por 7 votos a 4, os ministros decidiram que créditos presumidos de ICMS não devem ser incluídos na base de cálculo do PIS e da Cofins. O governo calculava um impacto de R$ 16,5 bilhões caso fosse derrotado nesse processo, segundo a LDO de 2026.<br />
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<h4>STF tira ISS do cálculo do PIS/Cofins; derrota para a União é estimada em R$ 35,4 bi</h4>
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		<title>Suprema Corte dos EUA impede Trump de suspender tratamentos de transição de gênero em prisões federais</title>
		<link>https://brcom.dev.br/suprema-corte-dos-eua-impede-trump-de-suspender-tratamentos-de-transicao-de-genero-em-prisoes-federais?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=suprema-corte-dos-eua-impede-trump-de-suspender-tratamentos-de-transicao-de-genero-em-prisoes-federais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos impediu, nesta quarta-feira, que o governo do presidente americano, Donald Trump, suspendesse imediatamente determinados tratamentos médicos de transição de gênero oferecidos a pessoas transgênero em prisões federais. Na prática, a decisão impede que o Departamento Federal de Prisões coloque em vigor novas regras que proibiriam a oferta desses procedimentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     A Suprema Corte dos Estados Unidos impediu, nesta quarta-feira, que o governo do presidente americano, Donald Trump, suspendesse imediatamente determinados tratamentos médicos de transição de gênero oferecidos a pessoas transgênero em prisões federais. Na prática, a decisão impede que o Departamento Federal de Prisões coloque em vigor novas regras que proibiriam a oferta desses procedimentos aos detentos.<br />
Pesquisa: Aprovação de Trump atinge novo mínimo duas semanas antes das eleições de meio de mandato nos EUA<br />
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A determinação, divulgada sem assinatura dos magistrados e sem justificativa, representa uma rara ocasião em que a Suprema Corte, de maioria conservadora, se posiciona a favor dos direitos de pessoas transgênero, ainda que provisoriamente. Dois dos juízes conservadores, Samuel Alito e Clarence Thomas, afirmaram que teriam atendido ao pedido apresentado pelo governo para interromper os tratamentos.<br />
Sob a gestão Trump, o Departamento Federal de Prisões adotou novas regras para impedir que detentos recebessem esses cuidados médicos. As medidas foram inicialmente contestadas na Justiça por três pessoas transgênero sob custódia federal, todas previamente diagnosticadas com disforia de gênero por profissionais de saúde do sistema prisional e que já haviam recebido prescrições para os tratamentos.<br />
Com a decisão, até mil presos federais diagnosticados com disforia de gênero poderão continuar recebendo os tratamentos que o governo Trump tenta restringir. As novas regras já haviam sido suspensas por uma decisão judicial em junho de 2025 e continuarão sem efeito enquanto o processo tramita na Justiça. Na ação, os autores argumentam que a mudança de política viola a Oitava Emenda da Constituição americana, que proíbe a aplicação de punições cruéis e incomuns.<br />
Determinação ‘crucial’<br />
A disforia de gênero é uma condição médica caracterizada pelo sofrimento significativo associado à incompatibilidade entre o sexo atribuído a uma pessoa ao nascer e sua identidade de gênero. Li Nowlin-Sohl, advogada do projeto LGBTQ e HIV da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), organização de defesa dos direitos civis nos EUA, classificou a determinação da Suprema Corte como “crucial”.<br />
‘Situação ridícula’: Suprema Corte dos EUA valida restrições a atletas trans em esportes femininos, e Trump celebra<br />
“A tentativa de negar cuidados de saúde medicamente necessários, incluindo tratamentos de afirmação de gênero, a pessoas encarceradas constitui uma violação de seus direitos constitucionais fundamentais”, disse a advogada em comunicado.<br />
O Departamento de Justiça, por sua vez, lamentou a decisão, mas ressaltou que ela não representa a palavra final sobre a política do governo. A porta-voz da pasta, Audrey Cook, disse que a administração pretende continuar recorrendo. Em nota, o órgão afirmou esperar dar prosseguimento ao recurso no Tribunal Federal de Apelações para “restabelecer a política” que “reconhece a realidade biológica”.<br />
Decretos de Trump<br />
Em janeiro de 2025, Trump assinou um decreto que proibia as autoridades penitenciárias de utilizar recursos federais para custear “qualquer procedimento médico, tratamento ou medicamento” destinado a tratar a disforia de gênero. Neste ano, o Departamento Federal de Prisões publicou regras para implementar a determinação.<br />
Relembre: Suprema Corte dos EUA revisa proibição a atletas transgênero em esportes femininos<br />
A nova política, no entanto, permitia que pessoas diagnosticadas com disforia de gênero continuassem recebendo outras modalidades de atendimento, incluindo psicoterapia e  antidepressivos.<br />
O presidente também determinou que agências federais suspendessem o financiamento de escolas que permitem a participação de atletas transgênero em competições esportivas femininas. Paralelamente, o governo tenta impedir que pessoas transgênero integrem as Forças Armadas dos EUA, medida que também enfrenta contestações judiciais.<br />
Nesse último caso, a administração pediu à Suprema Corte autorização para que as Forças Armadas apliquem integralmente a proibição. O processo ainda aguarda uma decisão. Em outras disputas envolvendo direitos de pessoas transgênero, porém, a Corte tem adotado posicionamentos favoráveis às restrições.<br />
Eleições/EUA: Democratas apostam em frente ampla e estratégia <a href="https://muralfashion.com/sinamod-certificacao-digital-de-modelos" data-internallinksmanager029f6b8e52c="1" title="SINAMOD" target="_blank" rel="noopener">digital</a> contra extrema direita<br />
Em junho, os magistrados mantiveram leis estaduais que impedem atletas transgênero do sexo feminino de participar de equipes esportivas femininas. No ano passado, a Suprema Corte confirmou a validade de uma lei estadual que proíbe determinados tratamentos médicos para jovens transgênero, rejeitando os argumentos de que a legislação violava a Constituição.<br />
Em um caso de alcance mais restrito, ocorrido no estado de Idaho em 2020, a Corte rejeitou um pedido de autoridades para impedir a realização de uma cirurgia de redesignação sexual em uma pessoa transgênero encarcerada, procedimento que havia sido determinado judicialmente. Na ocasião, Alito e Thomas, dois dos juízes conservadores, também afirmaram que teriam atendido à solicitação das autoridades.<br />
Assistência médica<br />
No processo analisado nesta quarta, o juiz Royce Lamberth, de um tribunal federal de primeira instância em Washington, já havia emitido uma série de decisões obrigando as autoridades penitenciárias a manter a assistência médica aos detentos. Os cuidados abrangem terapia hormonal, cirurgias e medidas que permitem a expressão social da identidade de gênero, como o uso de maquiagem e perucas.<br />
Sem salto alto: Cautelosos com derrota de 2016, democratas mantêm mobilização apesar de favoritismo<br />
Em junho, Lamberth concluiu que a manutenção dos tratamentos enquanto a disputa judicial prosseguia não provocaria “nenhum impacto negativo sobre a segurança pública ou o funcionamento do sistema de Justiça criminal”. O magistrado também alertou para os riscos à saúde mental associados à interrupção da assistência.<br />
“Negar a pessoas com disforia de gênero a possibilidade de realizar a transição social ou receber terapia hormonal levará, previsivelmente, a riscos para a saúde mental”, escreveu. “Esses riscos incluem agravamento da depressão, ansiedade, pensamentos suicidas e automutilação”.<br />
O procurador-geral D. John Sauer, responsável por representar o governo federal perante a Suprema Corte, pediu uma intervenção emergencial dos magistrados. Segundo ele, as decisões que impediam a implementação das restrições estavam bloqueando uma medida que os administradores penitenciários haviam considerado “necessária para manter a segurança institucional”.<br />
Política americana? Leia mais posts no blog Trump 2.0<br />
Ao defender as novas regras, o Departamento Federal de Prisões argumentou que os benefícios dos tratamentos para os detentos “já não superavam as outras preocupações” da instituição relacionadas à segurança e à administração penitenciária. O governo sustentou, assim, a necessidade de interromper a oferta dos procedimentos.<br />
Tratamento consolidado<br />
Caso a política entre em vigor, os presos que já recebem tratamento hormonal serão obrigados a reduzir gradualmente o uso dos medicamentos, processo descrito pelo governo como uma “interrupção rápida da intervenção hormonal”. Itens utilizados na expressão social da identidade de gênero, como maquiagem, também serão confiscados.<br />
Os advogados dos detentos transgênero, por outro lado, argumentaram em documentos apresentados à Suprema Corte que os tratamentos de transição de gênero constituem a única abordagem conhecida capaz de tratar eficazmente a disforia de gênero. Segundo eles, o sistema prisional federal oferece terapia hormonal a pessoas trans desde pelo menos 1992.<br />
Para os representantes da ACLU, as autoridades penitenciárias tentam agora “interromper um tratamento que seus profissionais de saúde recomendam há décadas”. Os advogados também destacaram que o Departamento Federal de Prisões “não apontou um único incidente de segurança relacionado à oferta desse tratamento nos últimos 30 anos”.<br />
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<h4>Suprema Corte dos EUA impede Trump de suspender tratamentos de transição de gênero em prisões federais</h4>
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