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		<title>Enquete BBB 26: após paredão marcado por briga entre Ana Paula e Milena, parcial atualizada aponta quem sai hoje</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 16:01:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A manhã deste domingo (19) no &#8220;BBB 26&#8221; foi marcada por uma briga entre Ana Paula e Tia Milena. As duas disputam a permanência no jogo em um paredão que também conta com Boneco. De acordo com a parcial atualizada da enquete da Coluna Play, um participante tem mais chances de ser eliminado hoje. Confira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     A manhã deste domingo (19) no &#8220;BBB 26&#8221; foi marcada por uma briga entre Ana Paula e Tia Milena. As duas disputam a permanência no jogo em um paredão que também conta com Boneco. De acordo com a parcial atualizada da enquete da Coluna Play, um participante tem mais chances de ser eliminado hoje. Confira abaixo quem é:<br />
Entrevista: Após comentar no &#8216;BBB 26&#8217; que saiu de casa aos 14 anos por problemas familiares, Samira conta como foi o reencontro com os pais ao deixar o reality: &#8216;Nenhuma família é perfeita&#8217;<br />
E mais: Novo reality de Felipe Bronze no GNT terá a participação de comentaristas da Ge TV<br />
Milena tinha mais chances de sair até às 13h<br />
Até 13h, Tia Milena tinha 48,50%. Boneco aparecia em segundo, com 33,70%. Já Ana Paula tinha 17,8%.<br />
Vote na enquete abaixo e confira uma nova parcial atualizada:<br />
Enquete BBB 26: quem vai sair no paredão entre Ana Paula Renault, Leandro Boneco e Milena?<br />
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A enquete da Coluna Play, vale lembrar, não interfere nos resultados do &#8220;BBB 26&#8221;. A votação oficial, que define qual participante deixará o programa, está disponível no site oficial do reality, no endereço gshow.com/bbb.<br />
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<h4>Enquete BBB 26: após paredão marcado por briga entre Ana Paula e Milena, parcial atualizada aponta quem sai hoje</h4>
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		<title>Quem sai do BBB 26? Parcial da enquete aponta participante com rejeição no paredão entre Ana Paula, Boneco e Milena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 14:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[Faltam poucas horas para a última eliminação do &#8220;BBB 26&#8221;. Ana Paula, Boneco e Milena estão no paredão. De acordo com a parcial atualizada da enquete da Coluna Play, um participante tem mais chances de deixar o reality neste domingo (19). Confira abaixo: &#8216;BBB 26&#8217; em números: veja quem ficou mais tempo no Vip e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     Faltam poucas horas para a última eliminação do &#8220;BBB 26&#8221;. Ana Paula, Boneco e Milena estão no paredão. De acordo com a parcial atualizada da enquete da Coluna Play, um participante tem mais chances de deixar o reality neste domingo (19). Confira abaixo:<br />
&#8216;BBB 26&#8217; em números: veja quem ficou mais tempo no Vip e na Xepa, os recordistas de paredão e outras estatísticas da edição<br />
Mais &#8216;BBB 26&#8217;: confira as amizades que surgiram na edição e esfriaram do lado de fora<br />
Milena tinha a maior rejeição até 11h10<br />
Até 11h10, Tia Milena tinha 47,52%. Boneco aparecia em segundo, com 33,91%. Já Ana Paula tinha 18,57%.<br />
Vote na enquete abaixo e confira uma nova parcial atualizada:<br />
Enquete BBB 26: quem vai sair no paredão entre Ana Paula Renault, Leandro Boneco e Milena?<br />
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A enquete da Coluna Play, vale lembrar, não interfere nos resultados do &#8220;BBB 26&#8221;. A votação oficial, que define qual participante deixará o programa, está disponível no site oficial do reality, no endereço gshow.com/bbb.<br />
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<h4>Quem sai do BBB 26? Parcial da enquete aponta participante com rejeição no paredão entre Ana Paula, Boneco e Milena</h4>
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		<title>Trump flexibiliza restrições a drogas psicodélicas nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 14:10:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva, neste sábado, que busca acelerar a pesquisa sobre os benefícios terapêuticos do LSD, Ecstasy, psilocibina e outras drogas psicodélicas ao ordenar que agências federais flexibilizem restrições que limitam a capacidade de cientistas de estudá-las. &#8216;Eu não queria matá-lo, mas algo me dizia para matá-lo&#8217;: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva, neste sábado, que busca acelerar a pesquisa sobre os benefícios terapêuticos do LSD, Ecstasy, psilocibina e outras drogas psicodélicas ao ordenar que agências federais flexibilizem restrições que limitam a capacidade de cientistas de estudá-las.<br />
&#8216;Eu não queria matá-lo, mas algo me dizia para matá-lo&#8217;: O relato de um jovem com psicose que atacou o pai (e como o amor foi maior)<br />
Tendência do Tiktok: Treinar 15 minutos em casa realmente emagrece?<br />
A medida também destina US$ 50 milhões (cerca de R$ 249 milhões, na cotação atual) para pesquisas em nível estadual sobre a ibogaína, um potente psicodélico feito a partir da raiz de um arbusto da África Central que tem despertado o interesse de pesquisadores por seu potencial de tratar o transtorno por uso de opioides e outras formas de abuso de substâncias.<br />
O financiamento beneficiará mais imediatamente o Texas, que já havia comprometido US$ 50 milhões para estudar a ibogaína, mas recentemente não conseguiu garantir recursos equivalentes de um desenvolvedor privado de medicamentos.<br />
— Tenho o prazer de anunciar reformas históricas para acelerar drasticamente o acesso a novas pesquisas médicas e tratamentos baseados em drogas psicodélicas — disse Trump no Salão Oval, onde estava acompanhado por vários membros de alto escalão do gabinete e pelo podcaster Joe Rogan.<br />
A medida, aguardada há muito por pesquisadores e defensores da reforma das políticas de drogas, busca redefinir a relação amplamente adversarial do governo com os psicodélicos, a maioria dos quais tem sido ilegal desde que o presidente Richard Nixon lançou a guerra às drogas na década de 1970.<br />
As proibições rígidas permaneceram em vigor mesmo com um número crescente de estudos sugerindo que compostos psicodélicos podem ser eficazes no tratamento de uma variedade de problemas de saúde mental, desde depressão grave e ansiedade até transtorno de estresse pós-traumático e o sofrimento existencial de doenças terminais.<br />
A maioria dos compostos psicodélicos é classificada como droga da Lista 1 — aquelas com “nenhum uso médico atualmente aceito e alto potencial de abuso” — o que dificulta a realização de ensaios clínicos por cientistas. Pesquisadores há muito contestam essa classificação, destacando os muitos estudos que sugerem que as drogas têm valor terapêutico significativo.<br />
A ordem executiva orienta a Food and Drug Administration, a Drug Enforcement Administration, agência reguladora de medicamentos dos EUA, o Departamento de Justiça e outras agências federais a reduzir a burocracia e as restrições que há muito têm dificultado o trabalho de pesquisadores na área.<br />
Ela também abre caminho para que pacientes gravemente doentes recebam medicamentos experimentais que já tenham concluído ensaios clínicos iniciais, mas que ainda não tenham sido aprovados pela FDA<br />
Melissa Lavasani, fundadora da Coalizão Médica de Psicodélicos, um grupo de defesa, expressou otimismo cauteloso sobre a ordem executiva de Trump. Isso não elimina a necessidade de evidências rigorosas, observou, nem oferece acesso imediato ou amplo aos milhões de americanos desesperados por tratamentos eficazes de saúde mental:<br />
— A próxima fase dependerá da força dos dados clínicos e de como essas terapias serão integradas ao sistema de saúde existente.<br />
Um dos componentes da ordem executiva busca ampliar a participação em ensaios clínicos ao orientar agências federais a colaborar com o Departamento de Assuntos de Veteranos, que já financia pesquisas sobre terapias assistidas por psicodélicos para veteranos com TEPT, depressão e transtorno por uso de álcool.<br />
A ordem executiva não resultará imediatamente na reclassificação de nenhuma droga, mas cria um mecanismo para flexibilizar restrições sobre aquelas que tenham avançado com sucesso por grande parte do longo processo de aprovação da FDA.<br />
Essa disposição pode se aplicar mais imediatamente ao MDMA, droga mais conhecida como Ecstasy ou molly, que a FDA está avaliando como tratamento para transtorno do estresse pós-traumático (TEPT).<br />
Primeiro composto psicodélico a ser analisado pela agência, o MDMA está passando por um ensaio clínico adicional de Fase III, após a rejeição pela FDA, há quase dois anos, de um pedido apresentado pela patrocinadora do medicamento, Lykos Therapeutics. Essa rejeição foi amplamente criticada por muitos pesquisadores da área.<br />
Autoridades do governo, citando a epidemia de mortes por opioides e o aumento acentuado de suicídios entre veteranos, disseram que o governo está comprometido em acelerar o processo de aprovação de compostos que demonstrem eficácia no tratamento dessas condições.<br />
Em entrevista pouco antes do anúncio, Marty Makary, comissário da FDA, destacou um elemento da ordem executiva que incluiria psicodélicos em um programa piloto da FDA que impulsiona medicamentos promissores voltados a necessidades de saúde pública ainda não atendidas. O objetivo do programa, disse ele, é acelerar o processo de aprovação de anos para semanas:<br />
— Esta é uma declaração clara do governo de que estamos levando a crise de saúde mental muito a sério, especialmente diante do que estamos ouvindo de veteranos. Precisamos ter a mesma urgência na avaliação de tratamentos potencialmente promissores que temos com HIV, câncer e outras condições debilitantes.<br />
Pesquisadores que estudam a ibogaína ficaram especialmente satisfeitos com a decisão do governo de destacar essa substância, que é em grande parte desconhecida para a maioria dos americanos. A ibogaína tem uma longa história de uso medicinal e ritual no Gabão e tem atraído interesse crescente de especialistas em dependência e de grupos de veteranos nos Estados Unidos.<br />
Embora muito sobre a droga ainda seja desconhecido, vários pequenos estudos constataram que até dois terços das pessoas dependentes de opioides ou crack foram efetivamente curadas de seus hábitos após apenas uma única sessão de ibogaína. Outro estudo publicado no ano passado constatou que a terapia com ibogaína poderia reduzir o envelhecimento cerebral acelerado em veteranos com lesões cerebrais traumáticas.<br />
A droga, no entanto, não é para os fracos. Uma jornada psicodélica com ibogaína é intensa e pode durar muitas horas, além de apresentar riscos cardíacos significativos. Para obter a substância, americanos frequentemente viajam para clínicas no México, Costa Rica, Portugal e Brasil. Custando entre US$ 5 mil e US$ 15 mil (de R$ 25 mil a R$ 75 mil) por sessão, a terapia com ibogaína é inacessível para a maioria das pessoas que poderiam se beneficiar.<br />
A droga parece oferecer dois benefícios aparentemente distintos. Ela ameniza a agonia da abstinência de opioides e depois confere aos pacientes um forte impulso pela sobriedade, sugerem alguns estudos.<br />
Deborah Mash, que esteve entre os primeiros pesquisadores americanos a estudar a ibogaína no início da década de 1990, disse estar satisfeita que a droga finalmente esteja ganhando maior atenção. Ela havia obtido aprovação da FDA para conduzir ensaios em humanos, mas não conseguiu financiamento federal.<br />
— Tenho sido uma soldada solitária por mais de 30 anos com minhas convicções científicas e dados— afirma ela, cuja empresa, DemeRx, recentemente submeteu à FDA um pedido de novo medicamento para um composto semelhante à ibogaína chamado noribogaína.<br />
— Tudo o que sempre quis foi que isso chegasse aos pacientes, para provar que a droga funciona ou não — complementa.<br />
Entre os presentes no anúncio no Salão Oval estava W. Bryan Hubbard, CEO da Americans for Ibogaine, um grupo de defesa que vem pressionando governos estaduais a financiar pesquisas sobre a droga.<br />
Além do Texas, mais de uma dúzia de estados estão considerando medidas que destinariam recursos públicos para pesquisar seu potencial terapêutico.<br />
Hubbard tem sido fundamental para chamar a atenção nacional para a ibogaína e recentemente participou do programa de Rogan para defender a intervenção federal. O CEO creditou Rogan por persuadir a Casa Branca a emitir a ordem executiva sobre psicodélicos:<br />
— A proibição dos psicodélicos na América acabou — disse.<br />
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<h4>Trump flexibiliza restrições a drogas psicodélicas nos EUA</h4>
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		<title>Por que a IA sempre erra &#039;pegadinhas&#039;? E o que isso tem a ver com os empregos que ela vai destruir?</title>
		<link>https://brcom.dev.br/por-que-a-ia-sempre-erra-pegadinhas-e-o-que-isso-tem-a-ver-com-os-empregos-que-ela-vai-destruir?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-a-ia-sempre-erra-pegadinhas-e-o-que-isso-tem-a-ver-com-os-empregos-que-ela-vai-destruir</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 13:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[Diga o que quiser sobre se a inteligência artificial um dia será tão inteligente quanto um ser humano. Ela já se tornou uma estrela em matemática. No verão passado no Hemisfério Norte, uma IA desenvolvida pelo Google e pela OpenAI respondeu corretamente a cinco de seis questões complexas na Olimpíada Internacional de Matemática, uma competição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     Diga o que quiser sobre se a inteligência artificial um dia será tão inteligente quanto um ser humano. Ela já se tornou uma estrela em matemática. No verão passado no Hemisfério Norte, uma IA desenvolvida pelo Google e pela OpenAI respondeu corretamente a cinco de seis questões complexas na Olimpíada Internacional de Matemática, uma competição anual para os melhores estudantes do ensino médio do mundo.<br />
Inteligência artificial vai afetar mais os empregos ou os salários? Pesquisa de Oxford responde<br />
Estudo aponta: Chatbots de IA dão conselhos médicos enganosos em 50% das vezes<br />
O bom senso da IA, no entanto, ainda pode deixar a desejar. Alguns meses depois, Anuradha Weeraman, um engenheiro de software no Sri Lanka, percebeu que sistemas avançados de IA tinham dificuldade para responder a algo que era essencialmente uma pergunta capciosa, uma espécie de pegadinha, que a maioria das pessoas consideraria ridiculamente simples.<br />
IA sugeriu levar o carro até a oficina a pé<br />
Quando ele disse a vários chatbots que precisava levar seu carro a uma oficina que ficava a apenas 50 metros de distância e perguntou se deveria ir a pé ou dirigindo, os bots disseram que ele deveria ir a pé.<br />
A maneira estranha como a IA parece um gênio em um momento e extremamente limitada em outro é o que pesquisadores, engenheiros e economistas chamam de “inteligência irregular” (jagged intelligence). Eles usam esse termo para explicar por que a IA está avançando rapidamente em algumas áreas — como matemática e programação — enquanto ainda tem dificuldade para progredir em outras.<br />
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O termo, amplamente utilizado por pessoas que desenvolvem IA e analisam seus efeitos, pode ajudar a reformular o debate sobre se esses sistemas estão se tornando tão inteligentes quanto, ou até mais inteligentes que, os humanos. Em vez disso, argumentam os pesquisadores, a IA é algo completamente diferente: muito melhor que os humanos em algumas tarefas e muito pior em outras.<br />
Será? Inteligência artificial está a caminho de revolucionar a segurança cibernética<br />
Compreender esses pontos fortes e fracos também pode ajudar economistas a entender melhor o que a IA significa para o futuro do emprego.<br />
Embora programadores iniciantes tenham motivos para se preocupar com seus empregos, por exemplo, não está tão claro, pelo menos por enquanto, como a IA afetará outros tipos de trabalho. Mas observar onde a IA começa a apresentar melhorias rápidas pode ajudar a prever quais tipos de empregos serão impactados pela tecnologia.<br />
— O desempenho desses sistemas varia, e não é fácil prever quando eles falharão em fazer coisas que um humano consegue fazer — disse Weeraman.<br />
A IA está mudando quem é contratado: Saiba quais habilidades vão ajudar a manter você empregado<br />
O termo “inteligência irregular” (jagged intelligence, em inglês) foi cunhado por Andrej Karpathy, um dos pesquisadores fundadores da OpenAI, ex-chefe de tecnologia de direção autônoma da Tesla e, nas redes sociais, um dos comentaristas mais acompanhados sobre o avanço da IA.<br />
“Algumas coisas funcionam extremamente bem (pelos padrões humanos), enquanto outras falham de forma catastrófica (novamente pelos padrões humanos)”, escreveu ele nas redes sociais em 2024, “e nem sempre é óbvio qual é qual”.<br />
Isso, escreveu ele, é diferente do cérebro humano, “onde grande parte do conhecimento e das capacidades de resolução de problemas são altamente correlacionados e melhoram de forma linear, juntos, do nascimento à idade adulta”.<br />
Sua empresa está de olho se você está usando IA? Uso da tecnologia vira critério de avaliação de desempenho<br />
Desde que a OpenAI iniciou a explosão da IA em 2022, executivos de tecnologia têm oscilado entre alertar que suas novas criações poderiam ter um efeito devastador sobre empregos de escritório e minimizar o impacto de longo prazo no emprego.<br />
Até agora, fora do setor de tecnologia, há apenas evidências anedóticas de que a IA tenha se tornado uma destruidora de empregos. Mas, dado o quão rapidamente a tecnologia está evoluindo, muitos especialistas em tecnologia argumentam que a questão de saber se a IA substituirá outros tipos de trabalhadores de escritório não é “se”, mas “quando”.<br />
Há apenas alguns anos, esses sistemas estavam começando a demonstrar as habilidades de programação mais rudimentares.<br />
— Esses sistemas têm apresentado melhorias incríveis — disse Alex Imas, economista da Booth School of Business da Universidade de Chicago. — Cada vez que há um grande lançamento, as pessoas se surpreendem com o quanto eles conseguem fazer.<br />
Muse Spark: Meta apresenta nova IA que vai alimentar Instagram, WhatsApp e Facebook<br />
Mas tecnologias que ampliam o que os trabalhadores podem fazer sem substituí-los têm muitos precedentes, e é isso que alguns pesquisadores de IA e economistas acreditam que acontecerá. Já na década de 1960, uma calculadora de bolso podia somar, subtrair e multiplicar muito mais rápido do que uma pessoa. Isso não significava que uma calculadora pudesse substituir um contador.<br />
Agora, sistemas como o Claude, da Anthropic, e o Codex, da OpenAI, também conseguem escrever código de computador muito mais rápido. Mas eles não são tão bons em entender como cada parte do código se encaixa em uma aplicação de software maior. Para isso, precisam de ajuda humana.<br />
— Se um trabalho envolve várias tarefas diferentes, e a maioria envolve, e algumas serão automatizadas e outras não — disse Imas. — E, se for esse o caso, o trabalhador pode ter mais tempo para se dedicar a coisas maiores.<br />
Currículos agora só são selecionados por IA: E candidatos aprenderam a &#8216;quebrar o código&#8217;<br />
No mês passado, François Chollet, um conhecido pesquisador de IA, lançou um novo teste de referência <a href="https://muralfashion.com/sinamod-certificacao-digital-de-modelos" data-internallinksmanager029f6b8e52c="1" title="SINAMOD" target="_blank" rel="noopener">digital</a> chamado ARC-AGI 3. Ele pede soluções para centenas de enigmas em formato de jogo sem fornecer uma única instrução sobre como resolvê-los.<br />
Todos os desafios podem ser resolvidos por uma pessoa comum, sem treinamento, mas os principais sistemas de IA não conseguem dominar nenhum deles, segundo testes realizados por Chollet e pelo ARC Prize, o laboratório de pesquisa sem fins lucrativos que supervisiona o teste.<br />
Quando as pessoas percebem que a IA é uma “inteligência irregular”, especialistas como Chollet dizem que passam a entender melhor como a tecnologia provavelmente evoluirá nos próximos anos — e qual efeito poderá ter no mercado de trabalho.<br />
— Isso vai depender de quais tarefas ela automatiza, e de como e quando isso acontece — disse Imas.<br />
Controle extremal: Como máquinas podem aprender sozinhas a alcançar um melhor desempenho?<br />
Sistemas de IA como Claude e o ChatGPT, da OpenAI, aprendem suas habilidades identificando padrões em dados digitais, incluindo artigos da Wikipédia, reportagens, programas de computador e outros textos coletados da internet. Mas isso só leva até certo ponto.<br />
A internet contém apenas uma pequena fração do conhecimento humano. Ela registra o que as pessoas fazem no mundo <a href="https://muralfashion.com/sinamod-certificacao-digital-de-modelos" data-internallinksmanager029f6b8e52c="1" title="SINAMOD" target="_blank" rel="noopener">digital</a>, mas traz comparativamente pouca informação sobre o que acontece no mundo físico.<br />
Isso significa que esses sistemas podem escrever e-mails, responder perguntas, discorrer sobre quase qualquer assunto e gerar código de computador. Mas, como reproduzem padrões encontrados em dados digitais, eles não são bons em planejar com antecedência, gerar novas ideias ou lidar com tarefas que nunca viram antes.<br />
— A IA não tem inteligência geral — disse Chollet. — O que ela tem é um conjunto grande de habilidades diferentes.<br />
Aprendizado por reforço<br />
Agora, empresas como a Anthropic e a OpenAI estão ensinando novas habilidades a esses sistemas usando uma técnica chamada aprendizado por reforço. Ao resolver milhares de problemas de matemática, por exemplo, eles podem aprender quais métodos levam à resposta correta e quais não levam.<br />
Emprego: Você sabe o que é a jornada de trabalho &#8216;996&#8217;? Modelo ganha força no no Vale do Silício<br />
Isso funciona bem em áreas como matemática e programação de computadores, nas quais as empresas de IA conseguem definir claramente o que é um comportamento bom ou ruim. A resposta para um problema de matemática está certa ou errada. Um código de computador ou passa em um teste de desempenho, ou falha.<br />
Mas o aprendizado por reforço não funciona tão bem em áreas como escrita criativa, filosofia ou mesmo algumas ciências, nas quais a distinção entre bom e ruim é mais difícil de determinar.<br />
— Programação, pela qual todos estão entusiasmados no momento, não é representativa de tudo o que a IA faz — afirmou Joshua Gans, economista da Rotman School of Management da Universidade de Toronto. — Com programação, é muito mais fácil usar um ciclo de feedback para descobrir o que está funcionando e o que não está.<br />
Para os usuários, muitas vezes é difícil identificar no que a IA é boa e no que não é. E, quando as pessoas finalmente entendem bem os pontos fortes e fracos desses sistemas, a tecnologia muda.<br />
— A natureza irregular da IA significa que os problemas podem surgir de qualquer lugar. Existem lacunas, e nem sempre sabemos onde elas estão — acrescentou Gans.<br />
O fator imprevisível é que a IA está melhorando rapidamente. Muitas das fraquezas que Karpathy e outros apontaram em 2024 e no início de 2025 já não existem mais. As empresas encontrarão outras limitações e também as corrigirão.<br />
— Os vales da tecnologia estão se fechando — completou Imas.<br />
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<h4>Por que a IA sempre erra &#039;pegadinhas&#039;? E o que isso tem a ver com os empregos que ela vai destruir?</h4>
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		<item>
		<title>Ação de ativistas para resgatar cães beagle de laboratório termina em confronto nos EUA</title>
		<link>https://brcom.dev.br/acao-de-ativistas-para-resgatar-caes-beagle-de-laboratorio-termina-em-confronto-nos-eua?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=acao-de-ativistas-para-resgatar-caes-beagle-de-laboratorio-termina-em-confronto-nos-eua</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 12:34:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de ativistas dos direitos dos animais em Wisconsin, nos Estados Unidos, foram impedidos pela polícia e por seguranças particulares ao tentarem retirar milhares de beagles de uma instalação que os cria para venda a laboratórios de pesquisa e para experimentos realizados no local. Policiais e seguranças dispararam gás lacrimogêneo e balas de borracha contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="80">
<p class=" content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Centenas de ativistas dos direitos dos animais em Wisconsin, nos Estados Unidos, foram impedidos pela polícia e por seguranças particulares ao tentarem retirar milhares de beagles de uma instalação que os cria para venda a laboratórios de pesquisa e para experimentos realizados no local. Policiais e seguranças dispararam gás lacrimogêneo e balas de borracha contra os cerca de mil manifestantes, segundo testemunhas, para impedi-los de entrar na instalação, a Ridglan Farms, uma criadora de cães licenciada pelo estado. </p>
</p></div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Ridglan cria beagles para pesquisa biomédica voltada ao aprimoramento da medicina veterinária. A empresa negou que abuse dos animais. A incursão na Ridglan Farms havia sido planejada durante semanas, permitindo que a instalação e a polícia se preparassem para o que os manifestantes consideraram uma ação civil. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Os ativistas disseram que pelo menos 26 pessoas foram presas. Elise Schaffer, porta-voz do Gabinete do Xerife do Condado de Dane, afirmou que os policiais recuperaram ferramentas dos ativistas que poderiam ter sido usadas para invadir o prédio, mas nenhum cão foi levado. </p>
</p></div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo">
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<figure class="content-media__figure"> <figcaption class="content-media__description"> Ativistas tentam resgatar cachorros nos Estados Unidos — Foto: Taylor Glascock for The New York Times </figcaption></figure>
</p></div>
</p></div>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Os manifestantes, organizados pelo grupo nacional de direitos dos animais Direct Action Everywhere, invadiram com sucesso a Ridglan Farms em 15 de março e levaram 22 beagles, que foram posteriormente adotados. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> No outono passado, um promotor especial concluiu que a Ridglan Farms, localizada a cerca de 48 quilômetros de Madison, capital do estado, havia realizado experimentos nos beagles que constituíam maus-tratos a animais. No entanto, ele permitiu que a empresa evitasse o processo judicial sob a condição de que entregasse sua licença de criação até 1º de julho, o que encerraria sua capacidade de vender cães para laboratórios externos. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> A empresa pode continuar a realizar experimentos em seus beagles, embora ex-funcionários tenham testemunhado que os cães passaram por cirurgias oculares sem anestesia geral. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Wayne Hsiung, fundador do Direct Action Everywhere, disse em uma publicação online em março que buscava duas mil pessoas dispostas a se reunir na Ridglan Farms este mês e &#8220;usar todos os meios não violentos para romper os muros da instalação e resgatar os cães&#8221;. A vila de Blue Mounds, local da instalação da Ridglan, tem uma população de menos de mil habitantes. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="85">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> O plano para uma segunda incursão levou o Gabinete do Xerife do Condado de Dane a trazer reforços, incluindo policiais das vilas de Oregon e Black Earth, em Wisconsin, policiais estaduais e a própria força de segurança privada da Ridglan, disse a Sra. Schaffer. Os organizadores tentaram trabalhar com a Ridglan Farms para encontrar novos lares para os beagles, mas não tiveram sucesso. Um porta-voz da empresa disse que alguns indivíduos consultaram a empresa sobre a compra dos cães, mas recusou-se a fazer mais comentários </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Um grupo de policiais aguardava os manifestantes, que chegaram à Ridglan Farms na manhã de sábado vestidos inteiramente de preto ou trajando macacões brancos de laboratório, e os agentes da lei anunciaram por alto-falantes que os invasores seriam presos. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Por volta das 9h, a polícia prendeu o Sr. Hsiung antes que ele entrasse no local, alegando ter causa provável. A situação degenerou rapidamente depois disso, à medida que a polícia prendia os manifestantes que haviam rompido a cerca ao redor da propriedade. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> — Somente um sistema profundamente corrupto usaria gás lacrimogêneo e balas de borracha contra ativistas pacíficos que estão salvando cães — disse o Sr. Hsiung em uma declaração feita da prisão. Ele foi acusado de invasão de propriedade. </p>
</p></div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo">
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<figure class="content-media__figure"> <img decoding="async" class="content-media__image" srcset="https://s2-oglobo.glbimg.com/PphVC8t8wQ_osQmmlXNz4i_3bVc=/0x233:2394x1562/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/n/V/8PyrrcRNWXSbwCd8H36w/captura-de-tela-2026-04-19-as-09.32.13.png 1000w, https://s2-oglobo.glbimg.com/adsBymF_-fmXUb2xZKDRKwH0I_s=/0x233:2394x1562/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/n/V/8PyrrcRNWXSbwCd8H36w/captura-de-tela-2026-04-19-as-09.32.13.png 984w, https://s2-oglobo.glbimg.com/s8DMrXbmkRQLDTl876r4MlTasHI=/0x233:2394x1562/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/n/V/8PyrrcRNWXSbwCd8H36w/captura-de-tela-2026-04-19-as-09.32.13.png 640w, https://s2-oglobo.glbimg.com/d57YlDyNh5pSGK99a1kPAh_vFkQ=/0x233:2394x1562/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/n/V/8PyrrcRNWXSbwCd8H36w/captura-de-tela-2026-04-19-as-09.32.13.png 600w" src="https://s2-oglobo.glbimg.com/adsBymF_-fmXUb2xZKDRKwH0I_s=/0x233:2394x1562/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/n/V/8PyrrcRNWXSbwCd8H36w/captura-de-tela-2026-04-19-as-09.32.13.png" alt="Ativistas tentam pular cerca para resgatar beagles — Foto: Taylor Glascock for The New York Times" width="2394" height="1329" loading="lazy"/><figcaption class="content-media__description"> Ativistas tentam pular cerca para resgatar beagles — Foto: Taylor Glascock for The New York Times </figcaption></figure>
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</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> A Sra. Schaffer disse que os manifestantes haviam sido avisados de que seriam atingidos com gás lacrimogêneo, um aviso que alguns disseram não ter ouvido. Por volta das 10h, alguém avançou com uma caminhonete pelo portão da frente da Ridglan Farms e foi preso pela polícia. Um porta-voz da Ridglan Farms disse que os ativistas tentaram invadir repetidamente a instalação de pesquisa por todos os lados. Ele se recusou a comentar as ações das forças de segurança. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Fotografias do local mostram policiais apontando rifles para um manifestante deitado no chão. Jenny McQueen, que dirigiu de Toronto com o marido e meia dúzia de outros canadenses para tirar os cães de lá, disse que os policiais começaram a lançar latas de gás lacrimogêneo sobre a cerca quase imediatamente após as 9h. A Sra. McQueen disse que foi atingida por spray de pimenta no rosto. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> — Enquanto eu filmava, vi policiais com rifles e munições zumbindo por mim — disse a Sra. McQueen, acrescentando que não ouviu os policiais avisarem os manifestantes antes de atirarem. — Vi uma mulher ser baleada no ombro com uma bala de borracha. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Os policiais chutaram e espancaram um homem enquanto ele tentava entrar por um buraco na cerca, e então o puxaram para dentro. O homem, a quem os organizadores identificaram como Nicholas Dickman, foi preso. Uma fotografia mostra-o deitado no chão, com o rosto ensanguentado e dentes faltando. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Jennifer Ozanne, uma manifestante que viajou da Califórnia para tentar levar os beagles, chegou às 8h45 e descobriu que fardos de feno haviam sido colocados para impedir que as pessoas se aproximassem da cerca, que era coberta com arame farpado. Ela disse que viu manifestantes serem atingidos por spray de pimenta e balas de borracha. </p>
</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> &#8220;A resposta do Gabinete do Xerife do Condado de Dane às tentativas ativas de invasão por centenas de manifestantes foi apropriada e proporcional aos comportamentos observados&#8221;, disse o xerife Kalvin Barrett em um comunicado. </p>
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<h4>Ação de ativistas para resgatar cães beagle de laboratório termina em confronto nos EUA</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>O valor que o BTG já desembolsou em créditos da Ambipar</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 11:27:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O BTG já comprou mais de R$ 1 bilhão em créditos da encrencada Ambipar.  Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. O valor que o BTG já desembolsou em créditos da Ambipar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     O BTG já comprou mais de R$ 1 bilhão em créditos da encrencada Ambipar.  Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.<br />
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<h4>O valor que o BTG já desembolsou em créditos da Ambipar</h4>
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		<item>
		<title>Enquete BBB 26: parcial atualizada aponta quem sai no paredão entre Ana Paula, Boneco e Milena</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:39:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O resultado do último paredão do &#8220;BBB 26&#8221; será revelado na tarde deste domingo (19). Ana Paula, Boneco e Milena disputam a permanência no jogo. De acordo com a parcial atualizada da enquete da Coluna Play, um participante conta com a maior rejeição. Confira abaixo: Mais &#8216;BBB 26&#8217;: Saiba quais pessoas ficaram mais tempo no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     O resultado do último paredão do &#8220;BBB 26&#8221; será revelado na tarde deste domingo (19). Ana Paula, Boneco e Milena disputam a permanência no jogo. De acordo com a parcial atualizada da enquete da Coluna Play, um participante conta com a maior rejeição. Confira abaixo:<br />
Mais &#8216;BBB 26&#8217;: Saiba quais pessoas ficaram mais tempo no Vip e na Xepa e veja quem é recordista de paredão<br />
Leia também: Após comentar no &#8216;BBB 26&#8242; que saiu de casa aos 14 anos por problemas familiares, Samira conta como foi o reencontro com os pais ao deixar o reality&#8217;: &#8216;Nenhuma família é perfeita&#8217;<br />
Tia Milena tinha a maior rejeição até 7h31<br />
Até 7h31, Tia Milena tinha 45,98%. Boneco aparecia em segundo, com 35,32%. Já Ana Paula tinha 18,70%.<br />
Vote abaixo na enquete do paredão entre Ana Paula Renault, Boneco e Milena:<br />
Enquete BBB 26: quem vai sair no paredão entre Ana Paula Renault, Leandro Boneco e Milena?<br />
Initial plugin text<br />
A enquete da Coluna Play, vale lembrar, não interfere nos resultados do &#8220;BBB 26&#8221;. A votação oficial, que define qual participante deixará o programa, está disponível no site oficial do reality, no endereço gshow.com/bbb.<br />
Galerias Relacionadas<br />
Initial plugin text<br />
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<h4>Enquete BBB 26: parcial atualizada aponta quem sai no paredão entre Ana Paula, Boneco e Milena</h4>
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		<title>Além de código de conduta, Edson Fachin quer comissão de ética no STF</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:20:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Além de um código de conduta, Edson Fachin é a favor da criação de uma comissão de ética no STF, com poderes sancionadores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Além de código de conduta, Edson Fachin quer comissão de ética no STF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     Além de um código de conduta, Edson Fachin é a favor da criação de uma comissão de ética no STF, com poderes sancionadores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.<br />
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<h4>Além de código de conduta, Edson Fachin quer comissão de ética no STF</h4>
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		<item>
		<title>Governo interino mira contratos Estado com a Refit, mas esse filme não tem mocinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRCOM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 09:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governador em exercício, Ricardo Couto, promove uma devassa em centenas de processos da gestão Cláudio Castro, em especial, nos fedorentos acordos firmados, em 2023, com a Refit, de Ricardo Magro. O empresário deve mais de R$ 13,7 bilhões ao fisco fluminense e é apontado pela PF como “chefe de uma organização criminosa”. Só que, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     O governador em exercício, Ricardo Couto, promove uma devassa em centenas de processos da gestão Cláudio Castro, em especial, nos fedorentos acordos firmados, em 2023, com a Refit, de Ricardo Magro.<br />
O empresário deve mais de R$ 13,7 bilhões ao fisco fluminense e é apontado pela PF como “chefe de uma organização criminosa”.<br />
Só que, nesse rolo, além do governo do Estado, têm culpa no cartório a PGE-RJ, a Assembleia Legislativa e até o Judiciário. Todos agiram para favorecer a negociata.<br />
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<h4>Governo interino mira contratos Estado com a Refit, mas esse filme não tem mocinhos</h4>
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		<title>Marina Lima fala sobre libido aos 70 anos: &#039;Não fico sensualizando, está em outro lugar&#039;</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 07:31:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O próximo sábado promete ser catártico: uma das artistas mais emblemáticas do cenário pop nacional subirá ao palco da Fundição Progresso, no Rio. Na turnê “Marina Lima 70”, que começou em Porto Alegre, chega à capital fluminense no dia 25 e vai passar por cidades como São Paulo e Curitiba, a cantora e compositora carioca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br />     O próximo sábado promete ser catártico: uma das artistas mais emblemáticas do cenário pop nacional subirá ao palco da Fundição Progresso, no Rio. Na turnê “Marina Lima 70”, que começou em Porto Alegre, chega à capital fluminense no dia 25 e vai passar por cidades como São Paulo e Curitiba, a cantora e compositora carioca celebra quase cinco décadas de carreira e o novo álbum, “Ópera Grunkie”, lançado em março. A artista, que completou 70 anos em setembro de 2025, tem vivido altas doses de emoção na ribalta. Reúne seguidores das antigas e é acolhida com entusiasmo pela Geração Z, que a reconhece como pioneira em questões relacionadas a gênero e diversidade. “Minha carreira tem longevidade para uma pessoa que era ‘meio diferente’”, diz. “Hoje enxergo os shows como encontros. Preciso mostrar o amor pelo público. É o meu muito obrigada, minha retribuição. Ser a trilha sonora de um monte de gente não é brincadeira, não”, diz ela, que planeja cantar hits, como “Fullgás”, e novas canções.<br />
A inteireza da compositora chama a atenção. Durante uma hora e meia de conversa, Marina falou sem travas sobre assuntos leves, como a alegria de estar a mil em cena e a nova música alto-astral “Olívia”, e assuntos delicados, como uma crítica negativa e a morte do irmão, poeta e parceiro Antonio Cícero, em outubro de 2024, por suicídio assistido, na Suíça. “Aconteceu um tsunami na minha vida. A coragem dele foi tanta que fui tomada por isso. Precisei expressar o que estava acontecendo comigo, falar ao mundo que o amo e o entendo, e que desejo continuar. O novo disco é sobre isso”, frisa. Outros lutos, como a morte da cantora e prima Preta Gil, em julho do ano passado, e do músico e amigo Alvin L, no começo deste mês, entram nessa elaboração: “Minha conta de perder gente, por enquanto, já deu”.<br />
Na conversa, Marina discorre sobre tudo isso e a retomada do casamento com a advogada Lídice Xavier. A seguir, os melhores trechos da entrevista:<br />
O GLOBO &#8211; De que maneira nasceu o novo álbum?<br />
MARINA LIMA &#8211; Precisei atravessar aquele mar, da morte do meu irmão, para estar aqui. Ele colocou o sarrafo lá em cima&#8230; Eternizei tudo isso musicalmente, que é minha aptidão. O disco é uma grande homenagem ao Cícero. Também quis abraçar quem fica. Gosto da vida e sigo com a tocha.<br />
 Como recebeu a notícia de Antonio Cícero ter optado pelo suicídio assistido?<br />
Tenho sorte de vir de uma família de intelectuais, de gente que batalha pelas ideias. Cícero estava elaborando a escolha há muito tempo. Se houvesse no Brasil, teria feito aqui. Devido à doença de Alzheimer, ele não estava feliz por não ser mais dono de suas faculdades, o que tinha de mais brilhante. Meu irmão me ligou na véspera para avisar. Ao mesmo tempo que fiquei surpresa, entendi na hora. Disse que aceitava e que o amaria para sempre. O problema da morte para mim, que fico, é saber que não terei mais pessoas da minha família para abraçar e beijar. Éramos eu, meu pai e minha mãe, e dois irmãos. Ele era o último (o economista Roberto Correa Lima morreu em 2002). Ele deixou uma filha, mas não a vejo muito por morar em Brasília. A decisão de Cícero foi totalmente racional. E digo mais: se houver vida depois da morte, vai ser um susto para ele, que era 100% ateu.<br />
Acredita que a morte de seu irmão abre um debate sobre morte assistida no Brasil? O tema, assim como o aborto, enfrenta resistências.<br />
O aborto considero ainda mais complicado por ser referente às mulheres. Os homens querem controlar, por meio de leis, o nosso corpo. A eutanásia também envolve religião, vida e morte. Já existem entidades no Brasil que defendem esse direito. Uma delas, chamada Eudecido (eudecido.org.br), me procurou. Eu, assim como o viúvo do Cícero, Marcelo (Pies, figurinista), virei membro dessa organização. Vivi outras perdas nesses anos: a Pretinha (Gil), que queria tanto viver. Alvin L, um cara super de bem com a vida e que não estava doente, morreu dormindo. Mas não me deprimi. Carrego todos eles comigo.<br />
“Ópera Grunkie” ganhou uma crítica negativa da Folha de s.paulo, considerada agressiva por muita gente. Como lidou com ela?<br />
Os homens cis vão ficar com ódio de mim, mas essa crítica passa pelo gênero feminino. As mulheres entendem que o disco é uma necessidade de falar, elaborar, não há intenção alguma de igualá-lo a trabalhos feitos 40 anos atrás. Não é nada disso. A vida, para mim, não parou. São críticos que não estão acostumados a mergulhar no feminino. Achei uma falta de interesse. Tomei um susto quando li o grau de agressividade. Escrevi no X: “Que loucura, que pena, que escroto”. E nunca mais escrevi nada. O que o crítico não poderia esperar, nem eu também, foi a reação que surgiu, pessoas indignadas. Tati Bernadi, Zélia Duncan, Cris Guterres, Ruth Manus e Elisama Santos gravaram um episódio chamado “Não ofendam a Marina Lima!”. Mulheres unidas me defendendo.<br />
O que significa a palavra grunkie?<br />
O Pablo Morais (ator), meu grande amigo, é fascinado pelo Kurt Cobain. Há uns 12 anos, em vez de ele falar “grungie”, disparou “grunkie”. Achei uma graça. Grunkie é alguém que acredita na vida e escolhe a leveza: ou você encara as coisas ou vai ficar naquele lugar de lamentação. É um estado de espírito, de liberdade. São pessoas reais, corajosas, que não pagam o preço da fama, leais e que gostam da vida. A Fernanda Montenegro é uma grunkie!<br />
Como está lidando com os 70 anos?<br />
Estou na aurora da minha vida. Está valendo a pena porque tenho saúde, não dependo de ninguém e trabalho muito. Tenho amigos novos e antigos. Nessa fase, pelo tempo adiante ser menor, é necessário filtrá-lo. Procurar uma rotina na qual ele sobre e na qual seja possível mais dedicação ao que dá prazer. Nessa idade, o trabalho é dobrado porque o corpo, a musculatura e o fôlego mudam, e olha que sempre fui muito ligada à saúde, nunca gostei de drogas e só bebo socialmente. Mas estou olhando numa boa por estar no lucro.<br />
Você e a advogada Lídice Xavier se separaram em 2023 e reataram no ano passado. O casamento, agora, é em casas separadas?<br />
Estamos juntas há 14 anos. Isso, para uma relação entre duas mulheres, é muito tempo. Sou monogâmica, mal dou conta de uma pessoa. Os casais heterossexuais partem para os filhos, viram outra coisa. Com 40 e poucos anos, quis ser mãe. O pai seria o Gringo Cardia (artista visual), mas não rolou e me aquietei. A separação de Lídice foi bem dura, ali corri o risco de cair em depressão. Então, joguei minha energia no trabalho. Ficamos separadas durante dois anos e voltamos, no fim do ano passado, numa viagem. Atualmente, é importante a gente se sentir inteira, em casas separadas. Mas acho que isso não vai durar muito: sinto falta do calor do dia a dia.<br />
A cantora Catto disse numa entrevista que você é “absolutamente sexual, naturalmente sensual, sedutora e transgressora”. Que lugar a sensualidade ocupa na sua vida?<br />
Olha, com 70 anos, naturalmente, isso não é uma coisa que predomine tanto. Tenho atração por coisas que me comovem, que passem pelo afeto. Não fico sensualizando com as pessoas, a minha libido está em outro lugar. Ela aparece quando fico muito emocionada ou impressionada com alguma coisa da Lídice, por exemplo. É uma coisa mais profunda, aí, eu pulso. Parei de fazer reposição hormonal aos 60 anos. Não por ter ficado desinteressada da vida nem por ter me “largado”. Quis entender melhor como eu seria sem aquele estímulo. Desejei encarar a velhice.<br />
Quais são seus sonhos?<br />
O futuro se faz diariamente. Quero ter as pessoas que amo por perto, saúde para levar a vida numa boa e fazer novas amizades. Sempre penso dez anos à frente. Estou me preparando agora para os 80.<br />
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<h4>Marina Lima fala sobre libido aos 70 anos: &#039;Não fico sensualizando, está em outro lugar&#039;</h4>
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