Michael Phelps passou décadas reescrevendo a história dos recordes, mas, no episódio mais recente de “Richer Lives”, ele revelou os bastidores das lições financeiras que moldaram o início de sua carreira tanto quanto o tempo que passou nas piscinas.
Em conversa com a apresentadora Vivian Tu — mais conhecida na internet como “Your Rich BFF” — para a série da SoFi, o atleta dono de 23 medalhas de ouro olímpicas falou sobre diversos assuntos, desde a assinatura de contratos publicitários na adolescência até a construção de uma carreira que foi muito além da natação.
“O dinheiro não era o que me motivava”, disse Phelps, aos 41 anos. “Eu amava o que fazia, e o dinheiro era apenas uma parte disso.”
Para Phelps, o aprendizado sobre como lidar com o dinheiro começou antes mesmo de ele se tornar uma estrela mundial. O atleta ficou famoso ao se classificar para sua primeira Olimpíada em 2000, aos 15 anos, e tornou-se profissional apenas um ano depois.
Após começar a ganhar dinheiro com patrocínios, ele conta que sua mãe o ajudou a criar um sistema que o mantinha focado no desempenho, ao mesmo tempo em que lhe ensinava o valor de conquistar recompensas.
Em vez de dar a ele liberdade total para gastar sua crescente fortuna, a mãe de Phelps condicionou os gastos a conquistas. Cada recorde mundial trazia uma oportunidade de comemoração, criando um incentivo que se alinhava à mentalidade que o ajudou a se tornar o atleta olímpico mais premiado de todos os tempos.
“Quando me tornei profissional, minha mãe fez um acordo comigo”, relembrou ele. “Ela dizia: ‘Sempre que você bater um recorde mundial, pode gastar… quanto era? US$ 20 mil ou US$ 25 mil, algo assim. Você pode gastar esse valor, mas apenas se bater um recorde mundial’.”
No entanto, Phelps brincou dizendo que eles fizeram o acordo sem imaginar que ele “bateria muitos recordes” — ao todo, ele estabeleceu impressionantes 39 recordes mundiais ao longo de sua carreira.

