O governo argentino tem promovido um duro ajuste fiscal desde o início do mandato de Javier Milei. A despesa primária do Executivo federal, medida em 12 meses como proporção do PIB, caiu de 19,5% em maio de 2023 para 14,3% em maio deste ano, segundo cálculos da consultoria Analytica com base em dados oficiais. Além disso, promoveu mudanças no mercado cambial — removendo controles para a compra de dólares —, recebeu apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI) e voltou a captar recursos no mercado externo. Analistas avaliam, porém, que 2027 será o grande teste para as reformas de Milei. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

