O modelo de negócio que o Flamengo indicou ao Zenit para a compra de Luiz Henrique passa pelo parcelamento a perder de vista, depois de uma pedida dos russos na casa dos 35 milhões de euros (R$ 206 milhões).
A indicação da diretoria é que não à uma verba significativa para empenhar à vista no orçamento de 2026 e será preciso alongar o pagamento pelos próximos anos. O Zenit tenta receber mais no ato da venda.
Em função desse cabo de guerra a proposta oficial do Flamengo ainda não foi enviada e é tratada pelos interlocutores dos clubes e do atacante.
Com Luiz Henrique, o acerto está encaminhado, com um salário inclusive inferior ao que o Flamengo se esforçou para oferecer a Almada, na casa dos R$ 2 milhões mensais.
O Rubro-negro adota cautela para que não haja leilão no decorrer da negociação com o estafe do atacante e, com isso alinhado, partirá para a liberação e a compra junto ao Zenit.
Não há pressa. E sim, cautela pelo montante envolvido. Por isso, a inscrição para a Libertadores que vence nesta sexta-feira está superada pela cúpula do Flamengo.
A ideia é seguir negociando em meio aos compromissos com o Vitória, pelo Brasileiro, e com o Cruzeiro, pela competição sul-americana, na próxima semana.

