Em 3 de julho, durante o trabalho, Maria (nome fictício, assim como os demais desta reportagem) foi surpreendida por uma mensagem do filho. João, de 25 anos, estava prestes a embarcar de São Paulo rumo ao Sudeste da Ásia. “Como assim você vai se mudar e nem me abraçou?”, estranhou. O jovem barbeiro justificou que foi chamado às pressas — passagem paga, passaporte na mão — para um emprego com salário em dólar, mas cujo escopo não sabia detalhar por causa de uma “cláusula de confidencialidade” do contrato. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

