O produtor, diretor e fotógrafo Luiz Carlos Barreto, que nos deixou no último dia 22, aos 98 anos, conseguiu em 1976 que o próprio general Ernesto Geisel, então presidente em plena ditadura militar, assistisse a “Dona Flor e seus dois maridos” e liberasse o filme sem cortes, ao contrário de seu ministro da Justiça, Armando Falcão, que havia indicado treze vetos. O filme, como sabe, dirigido por Bruno Barreto, filho de Barretão e inspirado no famoso clássico de Jorge Amado, foi um dos maiores sucessos de bilheteria da história do cinema brasileiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

