O ex-fuzileiro naval dos EUA, Robert Gilman, condenado em 2022 por um tribunal do sudoeste da Rússia, foi liberado por razões humanitárias, informou nesta terça-feira o Departamento de Estado americano. A diplomacia americana afirmou que a libertação do militar não foi parte de nenhuma troca de prisioneiros, e que Washington não fez “nenhuma concessão” pela soltura.
Gilman havia sido condenado a quatro anos e meio de prisão por “violência” contra um policial na Rússia. Posteriormente, sua pena foi aumentada para 10 anos, por violência contra funcionários do sistema penitenciário.
A irmã do ex-fuzileiro, Lexie Hudson, mencionou uma piora em seu estado de saúde em uma mensagem recente na qual pediu sua libertação.
O Departamento de Estado afirmou que continuará trabalhando para conseguir a liberdade “de todos os americanos detidos injustamente na Rússia”, incluindo Stephen Hubbard, um professor de inglês aposentado que foi condenado a quase nove anos de prisão em 2024 por “atividade mercenária” na Ucrânia, acusação que ele nega.
(Com AFP)
*Matéria em atualização

