Apenas 1% dos magistrados brasileiros em atividade ingressou por meio da reserva de vagas étnico-raciais, após dez anos da política de cotas raciais nos concursos da magistratura. A desigualdade se aprofunda ao longo da carreira: entre os juízes substitutos, 16% são negros. Já entre os desembargadores, o percentual é de apenas 10%. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

