Vivi minha primeira paixonite aos 18 anos. Sérgio era estudante de medicina, louro, alto, olhos claros. E eu, um poço de insegurança. Um dia, do alto de sua não muito vasta experiência aos 23 anos, ele me disse, como quem elogia, que eu era a namorada mais engraçada que ele já havia tido. Fiquei péssima. Primeiro por ciúme — e inveja — do histórico que já lhe permitia ter algum ranking de relacionamentos. Depois porque queria ser a mais linda, mais charmosa, apaixonante. Até inteligente estava aceitando. Mas “engraçada” definitivamente não me trazia nenhuma reafirmação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

