Pular para o conteúdo
News

'Bumbum naturalizado': o que está por trás da nova tendência para os glúteos

Por alguns anos, a busca por glúteos cada vez maiores dominou a estética corporal e ajudou a transformar o volume em um dos principais símbolos de um corpo considerado ideal. Agora, o movimento parece apontar para outra direção: em vez de aumentar a região a qualquer custo, a proposta é valorizar projeção, contorno e firmeza […]

'Bumbum naturalizado': o que está por trás da nova tendência para os glúteos


Por alguns anos, a busca por glúteos cada vez maiores dominou a estética corporal e ajudou a transformar o volume em um dos principais símbolos de um corpo considerado ideal. Agora, o movimento parece apontar para outra direção: em vez de aumentar a região a qualquer custo, a proposta é valorizar projeção, contorno e firmeza sem perder a proporção com o restante da silhueta. É nesse cenário que ganha força o chamado “bumbum naturalizado”, uma abordagem que tem entre suas referências nomes como Bruna Biancardi, Virginia Fonseca e Isabelle Nogueira.
‘Bumbum de cadeira’ existe? Entenda como ficar muito tempo sentado afeta a região
‘Bumbum triste’: entenda por que a menopausa pode mudar o contorno dos glúteos
Entenda o que é ‘bumbum cansado’ e por que o estilo de vida influencia o formato dos glúteos
A mudança não significa, necessariamente, abrir mão de volume. O que muda é a prioridade. A ideia é buscar um resultado que respeite as características de cada corpo, levando em consideração a relação entre glúteos, cintura, quadris e pernas. Em vez de um formato padronizado, o foco passa a ser um contorno mais integrado à anatomia.
Entre os recursos utilizados para esse objetivo estão os bioestimuladores de colágeno, que podem melhorar a qualidade da pele e contribuir para uma aparência mais firme. Outras técnicas também podem ser associadas, dependendo das características e das expectativas de cada paciente.
“Hoje, a paciente não quer simplesmente aumentar o bumbum. Ela quer um resultado bonito, proporcional e que converse com o restante do corpo. É possível trabalhar volume e projeção sem perder a naturalidade”, explica a dermatologista Andréa Sampaio.
Virginia Fonseca, por exemplo, passou em 2026 por um protocolo que combinou bioestimuladores e técnicas de harmonização. Segundo a especialista, o planejamento considerou não apenas os glúteos, mas a transição entre a região, o quadril, a cintura e as coxas. O tratamento também incluiu medidas voltadas para a aparência da celulite.
A lógica por trás dessa abordagem é tratar o corpo como um conjunto. Uma intervenção concentrada exclusivamente nos glúteos pode criar um contraste maior com áreas próximas, enquanto um planejamento que considera a silhueta como um todo busca preservar a continuidade dos contornos.
Para Andréa, a mudança acompanha uma transformação mais ampla na percepção de beleza. “A tendência é sair do resultado muito marcado e caminhar para uma estética mais individualizada. O melhor procedimento é aquele que valoriza o corpo da paciente sem transformar sua identidade”, afirma.
Galerias Relacionadas
Nesse contexto, o chamado “bumbum naturalizado” não representa necessariamente um retorno a medidas menores, mas uma mudança no tipo de resultado procurado. A intenção é que a intervenção seja perceptível o suficiente para valorizar a região, sem que ela pareça deslocada do restante do corpo. Em outras palavras, o objetivo é realçar a silhueta sem apagar suas características individuais.

'Bumbum naturalizado': o que está por trás da nova tendência para os glúteos

Autor

BRCOM