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Crítica: Carol Biazin e Joyce Alane abrem o Palco Sunset com sofrência e canções sobre desilusões amorosas

É sempre desafiador abrir a programação do Palco Sunset no Rock in Rio. O público ainda está se acomodando, comendo, aproveitando as filas pequenas dos estandes. Neste último dia de festival, no entanto, até que tinha uma galera boa em frente ao espaço, todos aguardando Carol Biazin. O SEU ROCK IN RIO: MONTE O SEU […]

Crítica: Carol Biazin e Joyce Alane abrem o Palco Sunset com sofrência e canções sobre desilusões amorosas


É sempre desafiador abrir a programação do Palco Sunset no Rock in Rio. O público ainda está se acomodando, comendo, aproveitando as filas pequenas dos estandes. Neste último dia de festival, no entanto, até que tinha uma galera boa em frente ao espaço, todos aguardando Carol Biazin.
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Munida de seu pop rock que muitas vezes é mais rock do que pop, com texturas de R&B, quase sempre girando em torno de desilusões amorosas, a cantora paranaense de 28 anos foi bem escalada num dia de divas na Cidade do Rock. Biazin, que apareceu para o mundo quando foi finalista da sexta temporada do The Voice, da TV Globo, em 2017, não é muito mainstream, mas tem uma base de fãs fiéis que cantam boa parte de suas músicas, como “Dilemas da vida moderna”, “Low profile” e “Sou do mundo”.
Com uns 20 minutos de show, ela chamou sua convida especial, a pernambucana Joyce Alane, de 29 anos, outra estreante no Rock in Rio. Vozes de uma mesma geração, fizeram super bem, juntas “O elefante da sala”, de Joyce, e depois uma parceria das duas, “Tudo com você”.
Carol deu licença para, então, deixar Joyce sozinha no palco por alguns instantes. A pernambucana entregou “Idiota raiz”, uma de suas ótimas (e sofridas) composições, feita em parceria com João Gomes. De volta num casacão longo xadrez, Biazin teve o apoio de um quarteto de violinistas para fazer “Ligações de alma”. É bomnotar que as vozes, às vezes, pareciam baixas, enquanto os graves soavam excessivamente altos em vários momentos do show.
Mesmo com uma chuvinha que ia e voltava, o público parecia estar curtindo embaixo de suas capas de chuva que, pelo menos ali, eram predominantemente brancas ou rosas. “O que sobrou do amor”, de Biazin e Léo Foguete, e a ótima “Códigos”, foram algumas que vieram na sequência, já nos finalmentes.
Se Carol Biazin e Joyce Alane sofreram de amor no Palco Sunset deste domingo, pelo menos, mesmo embaixo de chuva, não sofreram sozinhas.
Leia as críticas dos outros dias do festival
Primeiro dia: Leia as críticas do GLOBO para os shows do primeiro dia na Cidade do Rock
Segundo dia: Veja o ranking dos shows do Rock in Rio até agora
Terceiro dia: Veja o ranking dos shows do Rock in Rio nos três primeiros dias
Quarto dia: Veja o ranking dos shows do primeiro fim de semana no Rock in Rio
Quinto dia: Veja o ranking dos shows do quinto dia de festival
Sexto dia: veja o ranking dos shows do dia dançante do Rock in Rio

Onde e quando assistir ao Rock in Rio 2026?
O Rock in Rio conta com transmissão ao vivo nos dias 4, 5, 6, 11, 12 e 13 de setembro, a partir das 15h15, pelo Multishow, e a partir das 15h50, pelo Canal Bis. No feriado do dia 7, a transmissão começa às 14h45 no Multishow e às 16h20 no Canal Bis. O Globoplay oferecerá sinal aberto para acompanhar os cinco palcos do Rock in Rio todos os dias, a partir das 15h30. Assinantes do plano Premium da plataforma de streaming também terão acesso à transmissão do Multishow em 4K, por meio de um sinal extra. A TV Globo exibirá flashes durante a programação e um especial todas as noites — às sextas (4 e 11/9), após o Globo Repórter; aos sábados (5 e 12/9), após o Altas Horas; aos domingos (6 e 13/9), após o Boletim Estrelas da Casa, e na segunda (7/9), após o Jornal da Globo.

Crítica: Carol Biazin e Joyce Alane abrem o Palco Sunset com sofrência e canções sobre desilusões amorosas

Autor

BRCOM