- O recado que integrantes do governo Lula viram com a ida de Bolsonaro a julgamento do STF
— Sabemos que as milícias digitais continuam atuando, inclusive, durante esse julgamento, tentando pegar trechos para montar, porque a especialidade dessas milícias digitais é na produção e distribuição de fake news na tentativa de intimidar o Poder Judiciário. Não perceberam que, se até agora, não intimidaram o Poder Judiciário, não vão intimidar o Poder Judiciário, seja com polícia, com milícias digitais nacionais ou estrangeiras, porque o Brasil é um país soberano e independente — afirmou Moraes durante o julgamento.
Após o PT apresentar ao STF um pedido para apreender o passaporte de Eduardo Bolsonaro, o parlamentar, que estava nos EUA desde antes do Carnaval, decidiu permanecer no país.
O deputado, que já vinha fazendo articulações junto ao governo de Donald Trump e a congressistas republicanos para aplicar sanções aos ministros do Supremo, em especial, Moraes, anunciou, na semana passada, que não voltaria ao Basil. Ele alegou perseguição política por parte do STF.
Depois de declarar sua decisão, Moraes acatou a posição da Procuradoria-Geral da República e se manifestou contra a apreensão do passaporte de Eduardo. Mesmo assim, o filho de Bolsonaro afirmou que seguirá nos EUA e destacou que uma de suas prioridades é fazer com que aquele país avance sobre as sanções contra Moraes.
Entorno de Bolsonaro vê fala de Moraes como recado a Eduardo
