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Produtora do casamento de juíza com policial civil da Core, morto no RJ, lembra de cerimônia há um ano

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março 31, 2025
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Local onde o policial civil João Pedro Marquini foi baleado e morto no RJ — Foto: Editoria de arte

No último dia 24 de março, Denise Lima, proprietária da Dlima Produções, produziu um vídeo especial para entregar à juíza do 3º Tribunal do Júri do Rio, Tula Correa de Mello, como um presente de comemoração ao primeiro ano de casamento dela com o policial civil João Pedro Marquini, de 38 anos. No último domingo, o agente foi morto ao ser baleado por criminosos na Zona Oeste do Rio.

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O “same day”, produzido por Lima, tinha o objetivo de registrar o dia do casamento ocorrido em fevereiro do ano passado, que se tornaria uma lembrança eterna para o casal. Tula havia planejado usar o vídeo em uma declaração de amor ao marido. Um mês depois de completar um ano da cerimônia, a tragédia ocorreu, com o assassinato de João Pedro na Serra da Grota Funda. A suspeita é que o policial tenha sido vítima de uma tentativa de assalto. Os criminosos fugiram em direção à Comunidade César Maia, alvo de operação na manhã desta segunda-feira.

De acordo com Denise Lima, que fez a cobertura audiovisual do casamento do casal, “o amor entre Tula e João Pedro era evidente”. A produtora lembra com carinho os momentos vividos no dia da cerimônia.

— Eles eram muito apaixonados. Cada detalhe do casamento foi lindo. A Tula estava linda, radiante. O João era muito divertido, carismático. Um marido apaixonado, dava para ver isso pela troca de olhares deles. Imagino a dor que ela está sentindo. O João tinha muitos amigos. No dia do casamento, todos estavam felizes pela conquista deles. Dava para ver o quanto ele era querido — contou Denise.

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João Pedro, integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), foi abordado por criminosos enquanto estava em um dos carros. A esposa seguia em um veículo separado. As primeiras informações indicam que houve uma tentativa de assalto e que o policial reagiu, sendo baleado. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do crime, ocorrido na Serra da Grota Funda.

Local onde o policial civil João Pedro Marquini foi baleado e morto no RJ — Foto: Editoria de arte

— Sabemos o risco que é ser policial ou juiz no Rio de Janeiro. A Tula é apaixonada pelo que faz. Ela, o marido e os filhos eram muito unidos. Um pedaço deles se foi com essa tragédia — lamentou Denise.

Tula Mello, além de ser titular de um dos quatro tribunais do júri do Rio especializados em crimes contra a vida, é mestre em Ciências Penais e Criminologia e lidava com casos de homicídios.

— Agora, Tula enfrenta o luto pela perda do marido, em mais um episódio de violência que, infelizmente, faz parte da realidade do Rio de Janeiro — lamentou a produtora.

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Na manhã desta segunda-feira, dois assessores da juíza chegaram ao Instituto Médico-Legal para acompanhar a liberação do corpo do policial. Até o momento não há informações sobre o enterro.

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) segue investigando o caso. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou prisões. Nesta manhã, apenas o carro usado pelos bandidos que mataram o agente foi recuperado pela polícia. O Tiggo prateado seguiria para a comunidade Cesar Maia, em Vargem Pequena, também na Zona Oeste do Rio, mas lá acontecia uma operação da Core. O veículo, então, seguiu para a Favela de Antares, na região, onde foi localizado.

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