Em vez de lutar pela paz, damos munição aos que, como nós, só precisam de um gatilho para acionar a própria beligerância A guerra é estúpida, as pessoas são estúpidas, e, em certos meios, o amor não significa nada. Quem já era nascido no emblemático ano de 1984 há de se lembrar da figura andrógina de Boy George entoando, em inglês, esse pop new age de protesto. Talvez se referisse à guerra Irã-Iraque ou àquela em que a então União Soviética se atolava, no Afeganistão. Pode ser que evocasse outra, convenientemente interminável, entre Oceania, Eurásia e Lestásia, travada no romance de George Orwell. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.