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saiba como a ginecologia regenerativa combate os efeitos do envelhecimento

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agosto 21, 2025
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A proposta não é apenas melhorar a estética, mas também restaurar a funcionalidade da região íntima, com tratamentos que incluem até o combate à incontinência urinária — Foto: Reprodução/Freepik

O Brasil lidera o ranking mundial de cirurgias íntimas. No entanto, os avanços na área vão além da estética, por meio da Ginecologia Regenerativa. “Esse é um braço da Ginecologia, onde estudamos como melhorar sinais e sintomas que decorrem não só por conta da questão hormonal, mas por conta do envelhecimento. Então ocorrem alterações anatômicas que podem ser tratadas com a melhora do colágeno. A ideia é melhorar a função e a estética íntima feminina, tratar doenças como a incontinência urinária. Para isso, podemos usar tecnologias, aplicação de ácido hialurônico, e uso de hormônios locais ou cremes para lubrificação”, explica Patricia Magier, ginecologista formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e criadora do Método Plena.

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“Com relação à estética, é importante destacar que não existe um padrão normal estético para a região, já que sua anatomia varia muito entre as mulheres. É considerado anormal tudo o que causa constrangimento, desconforto, vergonha ou piora da autoestima”, complementa Igor Padovesi, especialista em cirurgias ginecológicas minimamente invasivas e criador do Instituto de Cirurgia Íntima.

A proposta não é apenas melhorar a estética, mas também restaurar a funcionalidade da região íntima, com tratamentos que incluem até o combate à incontinência urinária — Foto: Reprodução/Freepik

Nesse contexto, especialistas apontam os principais procedimentos disponíveis:

Procedimentos não invasivos para estética e funcionalidade – “Podemos usar um laser de CO2, um ultrassom microfocado ou uma radiofrequência. A tecnologia é escolhida de acordo com a queixa daquela paciente, mas sempre na tentativa de regenerar, de recuperar aquele tecido, melhorar a sensibilidade ao orgasmo e tratar toda a pele da região. Em pacientes com queixas de infecção de repetição, conseguimos atuar nesse tecido melhorando a imunidade local”, detalha Patricia Magier.

Além disso, injetáveis como bioestimuladores de colágeno e preenchedores de ácido hialurônico também são opções. “Há ação na estética, na parte funcional, no tratamento de doenças, para melhorar a saúde íntima e devolver a autoestima para a mulher”, completa Patricia.

Considerada a segunda cirurgia íntima mais realizada no Brasil, atrás apenas da ninfoplastia, a perineoplastia restaura o tônus do canal vaginal. “Essa é a cirurgia recomendada para ‘apertar’ o canal vaginal. Na maioria das vezes, é indicada para mulheres que tiveram partos vaginais e relatam que a vagina ficou mais afrouxada ou com menos sensibilidade depois do nascimento dos filhos”, explica Igor Padovesi. Segundo ele, além da estética, a intervenção ajuda a recuperar a função, impactando positivamente a vida sexual e emocional da mulher.

Indicada para casos de hipertrofia dos pequenos lábios, a cirurgia busca reduzir o excesso de pele. “O objetivo da ninfoplastia é remover o excesso de pele dos pequenos lábios, deixando-os para dentro dos grandes lábios. […] A redução cirúrgica dos pequenos lábios é um procedimento relativamente simples, mas capaz de aumentar significativamente a autoestima e o bem-estar físico, psicológico e sexual”, afirma Padovesi.

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  • Ultrassom microfocado Megaderme G
  • Fortalecimento do assoalho pélvico
  • Reposição hormonal como aliada
      • saiba como a ginecologia regenerativa combate os efeitos do envelhecimento

Ultrassom microfocado Megaderme G

“Ele foi desenvolvido para o tratamento do canal vaginal e pode ser usado também para tratar gordura e flacidez”, explica Daniella Curi. A tecnologia possui ponteiras internas e externas, sendo utilizada tanto para frouxidão vaginal quanto para o tratamento da gordura localizada no monte pubiano e da flacidez dos grandes lábios.

Fortalecimento do assoalho pélvico

Outro recurso importante é o estímulo da musculatura pélvica com a poltrona TS Chair. “Esse trabalho é fundamental, pois é o assoalho que ajuda a sustentar todas as estruturas da região. Muito importante, sempre que possível, associar os procedimentos do canal vaginal com a melhora da sustentação do assoalho pélvico. O campo eletromagnético faz um estímulo destes músculos, os deixando mais fortalecidos”, explica Daniella Curi.

Reposição hormonal como aliada

Apesar dos avanços tecnológicos, a reposição hormonal segue como parte importante dos tratamentos. “Como muitos dos sintomas têm causas hormonais, tratá-los sem a terapia de reposição hormonal pode ser como enxugar gelo. […] Toda essa terapia visa manter os níveis de hormônios femininos em valores próximos aos encontrados durante a vida reprodutiva da mulher. São tratamentos bastante seguros, desde que monitorados por um médico regularmente”, finaliza Igor Padovesi.

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