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com suspense político e drama familiar, série ‘é ruim, mas é ótima’

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agosto 31, 2025
in News
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Suranne Jones (Abigail) e Julie Delpy (Toussaint)/Refém — Foto: Divulgação

A velha rixa entre ingleses e franceses vai da anedota à virulência e já rendeu assunto para livros, filmes e séries. Ela é o pano de fundo de “Refém”, série britânica lançada pela Netflix.

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As personagens principais são a primeira ministra britânica, Abigail Dalton (Suranne Jones, de “Doctor Foster, a crítica está aqui), e a presidente da França, Vivienne Toussaint (Julie Delpy). Há muitas cenas em Londres, na porta da residência oficial, em Downing Street. No prédio, que é onde Abigail vive, trabalha e recebe visitas importantes, as duas trocam presentes, palavras amáveis — e algumas farpas.

Porém, seria simplista tratar essa narrativa apenas como reflexo de uma rivalidade folclórica entre duas culturas. O roteiro é um suspense político com drama familiar e concentra muitos outros ingredientes. São cinco episódios de menos de 50 minutos, um formato vocacionado para a maratona.

Eu ia dizer que esse é um clássico “é ruim, mas é bom”. Mas fica mais justo classificar a trama de “é ruim, mas é ótima”.

As primeiras cenas já preparam o espectador para mergulhar em tensão. Na Inglaterra, o sistema público de saúde, o NHS, está sofrendo com falta de medicamentos. A população cobra uma solução urgente. Abigail está atravessando uma fase de forte impopularidade. Na Câmara, parlamentares se levantam contra ela. A crise é debatida com paixão no rádio e na televisão.

É nesse cenário de conflagração que desembarca Vivienne Toussaint para uma visita de alguns dias. Há uma saia justa entre as líderes. É que a presidente francesa, de olho na reeleição, passou a flertar com a extrema direita. Abigail criticou essa postura num evento, sem saber que seu microfone estava aberto. Agora, ela se prepara para se desculpar com Toussaint e ainda pedir ajuda da França para solucionar a escassez de remédios.

Em outra linha narrativa, acompanhamos a ação de Médicos Sem Fronteiras numa área de floresta na Guiana Francesa. Entre os integrantes está o Dr Alex Anderson (Ashley Thomas), marido da primeira ministra britânica. O grupo é atacado por mascarados e sequestrado. A ação se precipita em todas as frentes e agora vou evitar o spoiler.

Suranne Jones (Abigail) e Julie Delpy (Toussaint)/Refém — Foto: Divulgação

“Refém” concentra recursos de roteiro vistos ad nauseam nas séries. Como de costume, a heroína, Abigail, tem uma filha irritante que atrapalha suas decisões profissionais. Há espiões infiltrados nos altos escalões e grande dose de canastrice. A chantagem é uma prática generalizada e a tecnologia, um personagem extra, entre mensagens impossíveis de rastrear e vídeos roubados que alimentam as reviravoltas. Sem falar nas sequências rápidas na selva, com direito a tiros.

Quem gostava de “24 horas” vai se lembrar de Jack Bauer: essa é uma daquelas histórias de fácil compreensão em que a velocidade dos acontecimentos faz subir a voltagem do resultado final. Diversão garantida.


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