Celebridades internacionais como Emma Watson, Zendaya e Gisele Bündchen têm chamado atenção para atitudes que combinam estilo e responsabilidade social. Mas o debate vai além da moda: a forma como os impostos são planejados também afeta questões ambientais, econômicas e o bem-estar das pessoas.
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Para trazer essa perspectiva, a advogada e professora Nina Gabriela Borges Costa, mestre em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Coimbra, compartilha sua visão. “Desde o início da minha carreira, sempre quis mostrar que tributos podem ser instrumentos de transformação social, não apenas de arrecadação”, afirma.
Entre seus estudos, Nina analisou diferentes formas de impostos que incentivam práticas mais sustentáveis, tanto no Brasil quanto em outros países. “Os tributos podem ajudar a promover escolhas mais justas e conscientes, algo que ganha cada vez mais importância diante da urgência ambiental”, explica.
Ela também se dedicou a temas ligados à inclusão social, como benefícios fiscais para pessoas com visão monocular. “Justiça fiscal e social devem andar juntas”, diz.
Sobre debates internacionais, Nina comenta: “Não se trata de copiar outros países, mas de usar experiências estrangeiras como inspiração para criar soluções que funcionem melhor aqui no Brasil.”
O trabalho da especialista mostra que a tributação não é apenas uma questão técnica: pode se tornar uma ferramenta de transformação social e ambiental, um tema que, assim como sustentabilidade e consumo consciente, também tem ocupado o universo das celebridades.
Outras famosas, como Natalie Portman, Shailene Woodley e Léa Seydoux, têm reforçado debates sobre moda ética e causas socioambientais, evidenciando que essa agenda ganha cada vez mais espaço entre artistas globais.
