Há nove meses sem um presidente efetivo, há mais de um ano com a diretoria colegiada — sua instância máxima deliberativa — desfalcada e com duas indicações para reforçar o órgão em banho-maria desde o início do ano, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão regulador do mercado, opera em marcha lenta. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

