Na quadríssima da praia do Leblon, no encontro das ruas General Artigas e San Martin, o ARTí Leblon propõe ir além do conceito tradicional de moradia. Em lançamento, o empreendimento nasce como uma síntese entre arquitetura autoral, arte e estilo de vida, voltado a um público que valoriza experiência e localização. Desenvolvido pela SIG Engenharia, com gestão imobiliária da RJDI, o projeto responde à demanda por imóveis compactos de alto padrão.
— O ARTí veio para ser o cinco estrelas dos studios. Esse mercado é praticamente zero atendido no Leblon — afirma Schalom Grimberg, diretor-fundador da SIG. A referência, segundo ele, está no avanço de marcas globais de hospitalidade de luxo na região, que passam a olhar o bairro como destino.
Com 52 unidades, entre studios, apartamentos de um quarto e coberturas lineares, de 36 m² a 72 m², o empreendimento busca romper com a lógica tradicional dos compactos.
— O desafio foi quebrar o paradigma e entregar conforto absoluto, com dimensões generosas e alto nível de acabamento — diz Schalom Grimberg.
Parte da experiência de moradia se desloca para as áreas comuns. No rooftop, piscina e lounge bar com vista para o mar. Em outro pavimento, a área wellness reúne academia, saunas, hidromassagem e espaços de relaxamento, funcionando como extensão do apartamento.
— O morador ganha muito mais do que a metragem privativa sugere. É uma dinâmica próxima à de um hotel boutique — afirma Otávio Grimberg, sócio-diretor da SIG.
O projeto arquitetônico é assinado por Miguel Pinto Guimarães, morador do Leblon. A proposta dialoga com o entorno e aposta em volumetria escalonada, luz natural e integração com a paisagem. A arte integra a concepção do edifício, da fachada aos espaços comuns.
— O ARTí propõe um edifício de vanguarda, mas com forte apelo de comunidade, como o próprio Leblon. A arte na fachada e nos espaços de convivência se torna elemento escultórico que redefine os volumes e dá unidade ao edifício — diz o arquiteto.
Para a RJDI, responsável pela gestão imobiliária, o ARTí reflete mudanças no mercado de alto padrão.
— O comprador já tem metragem. Hoje, ele busca identidade, narrativa e um endereço que represente seu estilo de vida — afirma Raphael Zanola, sócio-fundador da RJDI.
A poucos metros do Posto 12, o empreendimento se beneficia da escassez de terrenos disponíveis no bairro.
— É um ativo finito, que não se replica. Isso posiciona o projeto em uma categoria própria dentro do mercado — diz Zanola.
A parceria entre SIG e RJDI, segundo Jomar Monnerat, sócio-fundador da gestora, reforça a solidez do empreendimento.
— Em produtos desse nível, o cliente compra, antes de tudo, reputação. É a combinação entre execução e estruturação que sustenta esse tipo de investimento — afirma.
Com foco em praticidade, sofisticação e conexão com o estilo de vida do bairro, o ARTí Leblon propõe uma experiência de moradia alinhada ao cotidiano contemporâneo do Leblon. Para mais informações, acesse artileblon.com.br.

