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Você não consegue ouvi-lo, mas esse som pode explicar experiências paranormais; entenda

BRCOM by BRCOM
abril 27, 2026
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Você não consegue ouvi-lo, mas esse som pode explicar experiências paranormais; entenda


Os humanos normalmente não conseguem ouvi-lo, mas podem senti-lo. O infrassom é um som de frequência muito baixa, abaixo de 20 Hertz (Hz). Ele pode vir de fontes naturais, como tempestades, ou de fontes antropogênicas, como o tráfego. Alguns animais o utilizam para se comunicar, enquanto outros o evitam.
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Cientistas afirmam que, apesar de não conseguirmos escutá-lo, conseguimos reagir a ele: o som dele está associado ao aumento da irritabilidade e a níveis mais elevados de cortisol.
“O infrassom está presente em todos os ambientes do dia a dia, aparecendo perto de sistemas de ventilação, tráfego e máquinas industriais”, disse o professor Rodney Schmaltz, da Universidade MacEwan, autor principal do artigo publicado na revista Frontiers in Behavioral Neuroscience.
Uma nova pesquisa realizada com 36 participantes mostra que uma breve exposição pode alterar o humor e aumentar o cortisol, o que destaca a importância de entender como o infrassom afeta as pessoas em situações reais.
Imagine visitar um prédio supostamente assombrado. Seu humor muda, você se sente agitado, mas não consegue ver nem ouvir nada de incomum. Em um prédio antigo, há uma boa chance de haver infrassom, principalmente em porões, onde tubulações e sistemas de ventilação antigos produzem vibrações de baixa frequência.
“Se lhe dissessem que o prédio era assombrado, você poderia atribuir essa agitação a algo sobrenatural. Na realidade, você pode simplesmente ter sido exposto a infrassom”.
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Na nova pesquisa, os participantes foram convidados a se sentarem sozinhos em uma sala enquanto músicas relaxantes ou perturbadoras eram reproduzidas. Para metade dos participantes, alto-falantes escondidos reproduziam infrassom a 18 Hz. Após ouvirem a música, eles foram solicitados a relatar seus sentimentos, sua avaliação emocional da música e se acreditavam ter percebido a presença do infrassom. Eles também forneceram amostras de saliva antes e depois de ouvirem a música.
Os cientistas descobriram que os níveis de cortisol salivar dos participantes eram mais altos se eles tivessem ouvido infrassom. Esses participantes também relataram sentir-se mais irritáveis e menos interessados, e achar a música mais triste. Mas eles não conseguiam perceber que estavam ouvindo infrassom.
“Este estudo sugere que o corpo pode responder ao infrassom mesmo quando não conseguimos ouvi-lo conscientemente. Os participantes não conseguiram identificar com precisão se o infrassom estava presente, e suas crenças sobre se ele estava ligado ou desligado não tiveram nenhum efeito detectável em seus níveis de cortisol ou humor”, disse Schmaltz.
Apesar dos resultados, os pesquisadores sugerem que são necessárias pesquisas maiores — com amostras de participantes maiores e mais diversas — para compreender completamente como o infrassom influencia as emoções e o comportamento humanos. Além disso, também é necessário investigar se a exposição prolongada ao infrassom pode afetar a saúde por meio de níveis consistentemente elevados de cortisol e problemas de bem-estar relacionados ao humor deprimido e ao aumento da irritabilidade.
“Este estudo foi, em muitos aspectos, um primeiro passo para a compreensão dos efeitos do infrassom em humanos. Até agora, testamos apenas uma frequência específica. Podem existir muitas outras frequências e combinações com seus próprios efeitos diferenciais. Além disso, coletamos apenas relatos subjetivos de como os participantes se sentiram após a exposição, sem observar diretamente suas reações durante o experimento”, alertou Kale Scatterty, primeiro autor e estudante de doutorado na Universidade de Alberta.

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