Uma mulher trans condenada a mais de seis anos de prisão por furtos de celulares contra turistas e frequentadores da vida noturna carioca foi presa novamente pela Polícia Civil nesta segunda-feira (11), na Lapa, no Centro do Rio. Segundo os investigadores, ela integrava uma quadrilha especializada em agir de forma disfarçada para roubar pertences de vítimas em áreas de grande circulação noturna.
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A prisão foi realizada por agentes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), após trabalho de inteligência da especializada. De acordo com a polícia, a mulher foi localizada na própria região da Lapa, onde costumava atuar.
As investigações apontam que a quadrilha era formada por mulheres transexuais e atuava principalmente nos bairros da Lapa e de Copacabana. Segundo os agentes, o grupo se aproximava das vítimas com abordagens aparentemente amigáveis, como pedidos de cigarro, conversas e abraços, para distrair turistas e frequentadores enquanto os furtos eram cometidos.
Em alguns casos, de acordo com a Polícia Civil, os crimes também aconteciam durante programas sexuais.
Ainda segundo os investigadores, a presa tem histórico de atuação nesse tipo de delito há mais de dez anos e já havia sido detida outras cinco vezes por crimes semelhantes.
A ação faz parte da Operação Rastreio, iniciativa permanente da Polícia Civil voltada ao combate da cadeia criminosa ligada a furto, roubo e receptação de celulares no estado do Rio.
De acordo com a corporação, mais de 13,3 mil aparelhos já foram recuperados desde o início da operação, sendo cerca de 6 mil devolvidos aos proprietários. Ainda segundo a polícia, mais de 900 pessoas já foram presas durante as ações, entre furtadores, roubadores e receptadores.
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