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Marinha do Brasil forma primeiras mulheres da Aviação Naval da história do país; imagens

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maio 16, 2026
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Marinha do Brasil forma primeiras mulheres da Aviação Naval da história do país; imagens


A Marinha do Brasil formou, pela primeira vez, mulheres na Aviação Naval. A Segundo-Tenente (Fuzileiro Naval) Helena de Souza Monteiro Morais e a Segundo-Tenente Isabela Ferreira de Amorim concluíram o Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO) e passam a integrar o grupo de Aviadores Navais da instituição. A informação foi divulgada pela Agência Marinha de Notícias, órgão de comunicação atrelado à força armada.
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A formação é considerada uma das mais exigentes da Força, com treinamentos de sobrevivência no mar e na selva, adaptação fisiológica, instruções operacionais e pouso a bordo. Ao receberem as “asas” — o brevê que identifica os integrantes da Aviação Naval —, as duas oficiais escreveram seus nomes na história da Marinha como as primeiras mulheres a compor a Aviação Naval brasileira.
A Segundo-Tenente Helena Monteiro destacou o caráter técnico e emocional da formação:
“A formação nos desafia diariamente. Cada etapa exige preparo técnico, equilíbrio emocional e muita resiliência. Em nenhum momento buscamos distinção; o objetivo sempre foi atingir o mesmo padrão operacional exigido de todos os pilotos da Aviação Naval. É gratificante concluir esse ciclo sabendo que estamos abrindo caminhos para futuras gerações.”
Segundo-Tenente (Fuzileiro Naval) Helena Monteiro, da Marinha do Brasil
Reprodução: Agência Marinha de Notícias
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Para a Segundo-Tenente Isabela Ferreira, a conquista representa a concretização de um sonho construído ao longo de anos de dedicação:
“Ser Aviador Naval sempre foi um sonho construído com muito esforço. Cada fase da formação exigiu física e emocionalmente de mim e de meus amigos de turma, especialmente os treinamentos de sobrevivência e estágios de qualificação. Tenho muito orgulho de fazer parte desse momento e espero que nossa história incentive outras mulheres a acreditarem na própria capacidade.”
A Segundo-Tenente Isabela Ferreira, da Marinha do Brasil
Reprodução: Agência Marinha de Notícias
O Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Antonio Carlos Cambra, afirmou que a conclusão do curso pelas duas oficiais representa um marco para a instituição:
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“A formação das primeiras mulheres no Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais representa um momento histórico para a Marinha do Brasil. As Tenentes Helena Monteiro e Isabela Ferreira demonstraram competência, resiliência e capacidade operacional em todas as fases do curso, cumprindo exatamente os mesmos requisitos exigidos aos demais militares. Essa conquista representa mais um marco na integração feminina em todos os setores da Marinha do Brasil e inspira futuras gerações.”
Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Antonio Carlos Cambra (ao centro), ao lado dos novos Aviadores Navais durante a cerimônia de conclusão do curso
Reprodução: Marinha do Brasil
Entre os colegas de turma, o sentimento também foi de reconhecimento. O Segundo-Tenente Ian Henriques de Andrade ressaltou o desempenho das oficiais durante a formação:
“O desempenho delas sempre foi compatível com o padrão exigido pelo curso. Todas as etapas foram cumpridas com comprometimento. A turma inteira celebra esse momento histórico com muito orgulho.”
Para os familiares, a formatura teve significado especial. Rejane de Souza Monteiro, mãe da Tenente Helena Monteiro, afirmou que acompanhou com emoção a trajetória da filha:
A Segundo-Tenente (Fuzileiro Naval) Helena Monteiro, da Marinha do Brasil, com a mãe, Rejane
Reprodução: Marinha do Brasil
“Ver minha filha superar cada desafio dessa formação tão exigente é emocionante. Ela conquistou esse espaço por mérito, dedicação e coragem. Tenho certeza de que esse momento servirá de inspiração para muitas meninas.”
Com a conclusão do curso, Helena Monteiro e Isabela Ferreira passam a atuar nos esquadrões operativos da Marinha. As funções incluem apoio a operações navais, ações de Estado, missões de busca e salvamento e atividades ligadas à proteção da Amazônia Azul.
Caminho até as “asas”
A trajetória até a formação como Aviador Naval é longa e seletiva. O processo começa ainda na formação militar, por meio do ingresso no Colégio Naval, na Escola Naval ou no Centro de Instrução Almirante Wandelkolk (CIAW), instituições responsáveis pela preparação dos futuros oficiais da Marinha.
Após essa etapa, os oficiais concorrem às vagas de especialização da Força. A seleção para o CAAvO leva em conta critérios como antiguidade, desempenho profissional e aptidão para o voo. Os aprovados passam por exames médicos específicos, incluindo avaliações fisiológicas e psicológicas.
Em seguida, os oficiais são enviados a São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro, sede da Aviação Naval brasileira. Lá, iniciam a fase teórica no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN). Depois, seguem para a fase prática de voo no 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1).
Durante o treinamento, os alunos passam por estágios progressivos e eliminatórios, que incluem manobras básicas e avançadas, navegação por contato, voo por instrumentos, rádio-instrumentos, formação, emprego de armamento, pouso a bordo e missão operativa final.
Somente depois de concluir todas as etapas, os oficiais recebem as “asas” de Aviador Naval e passam a integrar operacionalmente a Força Aeronaval da Marinha do Brasil. Atualmente, o concurso para o Colégio Naval oferece 156 vagas para jovens de 15 a 18 anos. A Escola Naval disponibiliza 66 vagas para candidatos de 18 a 21 anos.

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