Nesta semana, as salas de cinema vão se encher de nostalgia com a nova adaptação da história de He-Man em “Mestres do Universo”, estrelado por Nicholas Galitzine, Jared Leto e Camila Mendes; e o retorno da franquia “Todo mundo em pânico”, que vai satirizar ainda mais filmes de terror. Galitzine, estrela do filme de ação, também é o protagonista de outra estreia da semana: “100 noites de desejo”, romance de fantasia com Maika Monroe, Charlie XCX, Felicity Jones e Richard E. Grant. Confira os filmes que chegam às salas de cinema nesta semana e os que seguem em cartaz:
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‘100 noites de desejo’
Neste romance de fantasia, um charmoso hóspede chega a um castelo isolado, abalando a dinâmica entre um marido negligente, sua inocente noiva e a dedicada criada. Com direção de Julia Jackman, estrelado por Maika Monroe, Emma Corrin e Nicholas Galitzine, com Charlie XCX, Felicity Jones e Richard E. Grant.
Vencedora da Palma de Ouro do Festival de Cannes de 2021 com “Titane”, Julia Ducournau retorna, com “Alpha”, ao gênero que a consagrou, o terror corporal, aqui aplicado a um drama familiar de visual onírico. O filme pode ser interpretado como uma fábula sobre a pandemia da Aids (as formas de contágio, agulhas contaminadas, por exemplo, e as manifestações de preconceito com os afetados são semelhantes) ou mesmo a da Covid, mas não é particularmente impactante ou assustador, em termos literais ou metafóricos. A diretora constrói uma espécie de presente alternativo ou de passado recente distópico, de cores e dramaticidade saturados, costurados em uma narrativa frenética, exasperante, mas pouco convincente e algo tediosa. Bonequinho dorme: leia a crítica.
‘Cordélicos — A origem do Cabra da Peste’
Animação dirigida pela humorista Ale McHaddo acompanha um grupo de aventureiros do sertão brasileiro contra o temido Cabra da Peste.
Dolores (Carla Ribas), Deborah (Naruna Costa) e Duda (Ariane Aparecida) — respectivamente, avó, filha e neta — querem dar guinadas em suas vidas. A primeira ambiciona abrir um cassino; a segunda planeja viajar com o namorado para o Paraguai assim que ele sair da prisão; e a terceira deseja se mudar para os Estados Unidos. Mas as personagens, determinadas na concretização dos próprios sonhos, se deixam levar pela ilusão e tomam decisões imprudentes. Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar conferem um tratamento realista à história. Destacam o contexto social em que as personagens estão inseridas, na periferia de São Paulo, e mostram as interações delas com outras mulheres. O final, se considerado como real e não como delírio, é um tanto inverossímil. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa.
‘E seus filhos depois deles’
Drama francês dirigido pelos gêmeos Ludovic e Zoran Boukherma, que rendeu ao ator Paul Kircher o Prêmio Revelação em Veneza 2024. Na trama, dois primos adolescentes passam o verão de suas vidas no leste da França.
‘Labirinto dos garotos perdidos’
Este filme queer brasileiro mistura elementos de suspense, terror, romance e comédia para contar a história de um jovem do interior que se muda para a metrópole e passa a ter encontros íntimos cada vez mais estranhos, enquanto um predador o observa pelas sombras. Direção de Matheus Marchetti. Com Giuliano Garutti e Lucas Bocalon.
Depois da moça linda, magra e loira, que tentava enfrentar nos cinemas os estereótipos femininos que ela própria ajudou a criar quando era apenas uma boneca, chega a vez do rapaz lindo, sarado e, claro, também loiro. Assim como o incensado “Barbie” (2023), o novo filme “Mestres do Universo” é produzido pela empresa americana Mattel, mais uma vez com uma história adaptada de uma linha de brinquedos de muito sucesso. O grande mérito do filme dirigido por Travis Knight é justamente manter aquela doideira oitentista e vez ou outra zombar dela. Bonequinho dorme: leia a crítica.
“O bolo do presidente” venceu ano passado em Cannes o prêmio Caméra D’Or, concedido ao melhor filme de diretor estreante. Um belo reconhecimento ao talento do jovem diretor e roteirista iraquiano Hasan Hadi, que encara um desafio e tanto com essa produção recheada de cenas externas e protagonizada por duas crianças que nunca haviam atuado, em meio a inúmeros outros não-atores e um galo como coadjuvantes. Moradores de uma comunidade pobre ribeirinha no interior do Iraque, Lamia (Baneen Ahmed Nayyef) e Saeed (Sajad Mohamad Qasem) são sorteados na escola para providenciarem respectivamente, o bolo e as frutas da comemoração pelo aniversário do ditador Saddam Hussein, uma tradição escolar no país. Parece algo inocente, mas em ocasiões festivas as crianças devem gritar em coro “Com nosso sangue e nossas almas nos sacrificamos por você, Saddam”. É uma abordagem bem realista à la “Ladrões de bicicleta” com pouco espaço para o lúdico, mas que é capaz de encantar pela maneira como Lamia e Saeed preservam sua inocência. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
Neste drama francês de Emmanuel Poulain-Arnaud, pais divorciados e brigados se unem para viajar com o filho de 16 anos e ajudá-lo a criar lembranças antes que ele perca a visão devido a uma doença ocular. Com Audrey Fleurot, Dany Boon e Ewan Bourdelles.
‘The Amazing Digital Circus: O último ato’
Baseado na websérie independente de animação surrealista que virou fenômeno no YouTube, o longa reúne os dois episódios finais da história. Na trama, uma mulher fica presa em um mundo virtual caótico ao lado de outros cinco humanos, todos submetidos aos caprichos de uma IA excêntrica e aos próprios traumas.
‘Todo mundo em pânico’
No sexto filme da franquia que parodia clássicos do terror, o quarteto Shorty (Marlon Wayans), Ray (Shawn Wayans), Cindy (Anna Faris) e Brenda (Regina Hall) volta a ser perseguido por um criminoso mascarado, 26 anos após os acontecimentos do primeiro filme.
‘Eu sei que vou te amar’. Na semana do Dia dos Namorados, a mostra de filmes de romance ocupa os cinemas Estação, com uma homenagem ao longa-metragem homônimo de Arnaldo Jabor. A programação traz outros 21 longas, como “Questão de tempo”, de Richard Curtis, “Uma linda mulher”, de Garry Marshall, “Romeu + Julieta”, de Baz Luhrmann e “Me chame pelo seu nome”, de Luca Guadagnino. Estação Gávea e Estação Rio. Até 17 de junho.
‘A outra volta do parafuso’. A mostra na Cinemateca do MAM no CCBB explora o cinema digital e o uso de novas ferramentas e escolhas criativas. Na curadoria, desde “Star Wars: o ataque dos clones” (sáb, 14h), passando por “Colateral”, de Michael Mann (sáb, 17h), até “O fabuloso destino de Amélie Poulain” (dia 17, 17h) e o argentino “O segredo dos seus olhos” (dia 21, 14h). Rua Primeiro de Março 66. Até 28 de junho. Grátis
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‘Cine Bacante’. O Estação Rio recebe, em quatro terças de junho, a mostra que une clássicos do cinema, filosofia, música e vinho. Com curadoria do professor e filósofo Fernando Santoro, cada sessão será acompanhada de intervenções musicais e teatrais. Na programação, “Medea”, de Pier Paolo Pasolini (ter), “Dona Flor e seus dois maridos”, de Bruno Barreto (dia 9), “Sócrates”, de Roberto Rossellini (dia 16) e “Sermões, a História de Antônio Vieira”, de Julio Bressane (dia 23). Ter, às 20h. R$ 30. Até 23 de junho.
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‘Grounded’. Como parte da Rio Nature & Climate Week, a mostra internacional exibe filmes e documentários sobre natureza, clima e cultura no Pier Spaces, a partir de quarta. A seleção traz títulos inéditos no Rio, como os premiados “Yanuni” (qua, 19h) e “Somos guardiões” (dia 4, 19h). A abertura será com “Estamira”, de Marcos Prado (14h). Para participar, é preciso se inscrever pelo site oficial da mostra. As sessões têm pipoca liberada. Pier Mauá. Das 14h às 21h. Até 5 de junho. Grátis.
‘Mostra Pitanga’. A partir de quarta-feira, o CCBB celebra a trajetória de Antonio Pitanga com 38 filmes, entre clássicos, títulos raros e produções contemporâneas. A curadoria é de sua filha, Camila Pitanga. Na abertura, “Ganga Zumba”, de Cacá Diegues (17h) e “Barravento”, de Glauber Rocha (19h). Entre os destaques,“O pagador de promessas”, de Anselmo Duarte (dias 7 e 25). Até 29 de junho. Grátis.
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Filmes que seguem em cartaz
Baseado em romance espírita, o filme de Wagner de Assis segue um advogado que se envolve em um caso com uma história mal resolvida em vidas passadas. Com Nicolas Prattes, Beth Goulart e Lorena Comparato.
‘Authentic games – No império desconectado’
Animação acompanha o YouTuber Marco Túlio, conhecido como Authentic games, dentro do universo Minecraft. Direção de Bruno Murtinho.
‘Backrooms: um não-lugar’
O novo filme de terror da produtora americana A24 explora o conceito de backrooms, lenda urbana popularizada na internet sobre dimensões paralelas labirínticas. Baseado em um curta, o longa de estreia do diretor Kane Parsons acompanha uma terapeuta (Renate Reinsve, indicada ao Oscar 2026 por “Valor sentimental”), que adentra o espaço quando um de seus pacientes (Chiwetel Ejiofor) desaparece.
Nesta comédia sci-fi dirigida por Gualter Pupo, Fernando Caruso vive um nerd que na juventude foi acusado injustamente de um suposto assassinato e vai à festa de reencontro da faculdade decidido a limpar seu nome e reconquistar sua alma gêmea. Bia Guedes, João Velho e Pedro Benevides também estão no elenco.
‘Chopin, uma sonata em Paris’
Cinebiografia do compositor polonês Frédéric Chopin, interpretado por Eryk Kulm. Aos 25 anos, Chopin é o grande favorito dos salões parisienses e da corte do Rei da França, enquanto enfrenta uma doença, compõe obras-primas, dá aulas de piano e vive romances nos círculos aristocráticos. A direção é de Michał Kwieciński.
‘O diabo veste Prada 2’
Fazer uma sequência 20 anos após o filme original sem parecer mero caça-níqueis é um desafio. “O diabo veste Prada 2” tem dois trunfos: personagens que o espectador vai amar rever e atores à altura. A verdade é que história nem precisaria ser grandes coisas. Mas o longa do mesmo David Frankel de “O diabo veste Prada” consegue, com graça e leveza, dizer coisas relevantes sobre os tempos de hoje, seja a crise do jornalismo ou a falta de alma em um mundo obcecado com resultados financeiros. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
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Convidativo para quem curtiu o caos do argentino “Relatos selvagens” (2014), o americano “O drama” é uma comédia romântica de humor negro com os queridinhos Zendaya e Robert Pattison como protagonistas. Seus personagens engatam um namoro após uma cantada meio sem jeito num café e, poucos anos depois, se veem na preparação da festa de casamento. Parece uma linda história de amor, mas “O drama” capricha nas engrenagens de roteiro para bagunçar o enredo: tem reviravolta, conflito, clímax e desfecho, tudo isso bem marcado na tela como se ensina nos cursos de construção narrativa clássica. Bonequinho olha: leia a crítica completa.
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Ao longo dos tempos, alas femininas submetem-se ao acúmulo de tarefas raramente reconhecidas por “eles”. O cenário avança, mas ainda falta muito para um equilíbrio razoável. Djin Sganzerla, atriz de força e sutileza incomuns, estreou na direção em 2020, com o bem-recebido “Mulher Oceano”. Em “Eclipse”, seu segundo longa, a aparência frágil camufla sua ousadia ao assinar produção, direção, roteiro (com Vana Medeiros) e, obviamente, atuação. Ao longo da trama, o roteiro tentará dar conta de um emaranhado complexo de mulheres penalizadas — na cidade, no Brasil profundo, em casamentos de fachada até mergulhos na deep web. Bonequinho olha: leia a crítica.
Inspirado na história do psiquiatra e filósofo Frantz Fanon,que enfrentou o sistema colonial francês durante a Guerra da Argélia. Com Alexandre Bouyer e Déborah François, e direção de Jean-Claude Barny.
Adaptação do clássico da literatura infantojuvenil brasileira, com direção de Lipe Binder e Marcos Veras no elenco. Na trama, quatro amigos se envolvem em uma investigação ao descobrirem um esquema de falsificação de figurinhas do álbum da Copa do Mundo.
Em Londres, um grupo de assaltantes aproveita o pânico causado pela descoberta de uma bomba não detonada da Segunda Guerra Mundial para realizar um roubo sem precedentes. Com Aaron Taylor-Johnson, Theo James e Sam Worthington. Direção de David Mackenzie.
‘Hokum: O pesadelo da bruxa’
Um escritor de terror (Adam Scott) vai até uma pousada irlandesa para espalhar as cinzas do pai, sem saber que o local é assombrado por uma bruxa. Dirigido por Damian McCarthy.
É sempre bem-vinda a ousadia de cineastas brasileiros que apostam no cinema de gênero. Em “Love kills”, seu longa de estreia na ficção, Luiza Shelling Tubaldini transforma o centro de São Paulo em um cenário misterioso e sombrio ao transpor para a tela uma história de vampiros baseada na graphic novel de Danilo Beyruth. O ponto alto é a construção visual dessa São Paulo, com a ajuda da fotografia, design de produção, figurinos e maquiagem. A cidade do filme remete à realidade, com as pessoas que dormem nas ruas, muitas delas usuárias de drogas. Mas se descola um pouco do naturalismo para representar o isolamento de humanos e vampiros com uma metrópole quase vazia, a não ser por algumas almas penadas. Bonequinho olha: leia a crítica completa.
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‘O Mandaloriano e Grogu’
Nova incursão no universo Star Wars traz de volta a dupla Din Djarin (Pedro Pascal) e “Baby Yoda”, da série “The Mandalorian”. Dirigida por Jon Favreau, a nova missão do caçador de recompensas mandaloriano e seu jovem aprendiz traz Sigourney Weaver e Jeremy Allen White no elenco, com participação especial de Martin Scorsese.
A nostalgia e os fandoms estão em alta, e a indústria aposta em filmes com esse apelo. “Michael”, cinebiografia de Michael Jackson dirigida por Antoine Fuqua e estrelada pelo sobrinho do cantor, Jaafar Jackson, confia em ambos para atrair o público. Nesse aspecto, o longa é um sucesso. “Michael” se concentra na primeira fase da carreira do cantor, da formação do Jackson 5 (na versão menino, ele é interpretado por Juliano Valdi), passando pelo início de sua carreira solo e o lançamento de “Thriller”, terminando com os shows da turnê “Bad” em Londres, em 1988. Bonequinho olha: leia a crítica completa.
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Baseado no videogame e filmado para IMAX, o filme traz Karl Urban, Ludi Lin e Jessica McNamee. Na trama, Johnny Cage se une aos campeões favoritos dos fãs para enfrentar Shao Kahn na batalha decisiva pelo destino do Earthrealm.
Dois anos após conquistar o Leão de Ouro em Veneza com “O quarto ao lado”, Pedro Almodóvar competiu em Cannes com “Natal amargo”. Não ganhou prêmio algum, mas os elogios colhidos são suficientes para mostrar que a crise criativa que afeta o protagonista, o diretor de cinema Raul Rossetti (Leonardo Sbaraglia), torna o filme menos autobiográfico do que parece. Afinal, nos últimos dez anos Almodóvar realizou cinco longas e dois curtas. O novo filme é quase uma continuação de “Dor e glória” (2019). Embora o diretor tenha declarado em Cannes que “está farto de falar de si mesmo”, boa parte dos fãs de Almodóvar não parece se incomodar com isso. Afinal, quando ele se repete, está trazendo de volta características temáticas e estéticas que fizeram dele um dos maiores autores da história do cinema. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
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‘Nino de sexta a segunda’
Em determinado instante de “Nino de sexta a segunda”, Zoé (Salomé Dewaels) mostra a Nino (Théodore Pellerin) o cartaz de uma retrospectiva da carreira de Marina Abramovic, intitulada “A artista está presente”, no Museu de Arte Moderna (MoMA), em Nova York. Na ocasião, Abramovic realizou uma performance, que consistiu em se sentar e permanecer imóvel diante de cada visitante, estabelecendo contato através do olhar, sem uso de palavras. Encontros intensos, evidenciados mais nas expressões dos rostos do que nas conversas, também predominam nesse filme de Pauline Loquès, conforme se pode perceber nas interações de Nino com Zoé, que conheceu nos tempos de estudante, e com os amigos. Afinal, o que Nino tem a dizer não é nada fácil: bastante jovem, ele acaba de descobrir um câncer. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa.
Neste terror, um romântico incurável faz um pedido para que sua paixão de longa data se apaixone por ele, mas um encantamento sinistro se desencadeia. Dirigido por Curry Barker, e estrelado por Michael Johnston e Inde Navarrette.
‘As ovelhas detetives’
Hugh Jackman interpreta George, um pastor que lê romances policiais para suas ovelhas todas as noites. Quando um incidente misterioso abala a rotina da fazenda, os animais assumem o papel de detetives. Dirigido por Kyle Balda.
No terror dirigido pelo norueguês André Øvredal (“O caçador de Troll” e “Drácula: a última viagem do Deméter”, um casal presencia um acidente fatal durante uma viagem de van. A partir daí, uma entidade demoníaca passa a persegui-los. Com Jacob Scipio e Lou Llobell.
‘Perto do Sol é mais claro’
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Sempre que possível, o octagenário Rêgi (Reginaldo Faria) se garante, dividido entre o trabalho como chefe de obra e a rotina solitária. Viúvo há sete meses, o vazio pesa mais em casa, mas sempre vem o impulso de reagir. “Perto do sol é mais claro” tem vários aspectos documentais. Para começar, um filme “família” com direção e roteiro do primogênito Regis Faria e os irmãos Marcelo Faria e Candé Faria, como filhos de Rêgi, enquanto netos interpretam a si mesmos. Bonequinho aplaude: leia a crítica.
‘O poder do Rosário’
Drama religioso brasileiro dirigido por Tiago Benetti sobre uma menina e sua mãe, que sofrem um grave acidente e embarcam em uma jornada de fé.
‘A revolução dos bichos’
Inspirada no clássico de George Orwell, a animação é dirigida por Andy Serkis.
Estrelado por Giovanna Antonelli e Alice Wegmann, este thriller policial gravado no Pará acompanha uma policial jurada de morte em São Paulo (Antonelli) que precisa resgatar a filha, médica em missão humanitária sequestrada por garimpeiros ilegais. Dirigido por Gustavo Bonafé.
No drama espírita baseado na obra de Chico Xavier e dirigido por Márcio Trigo, duas famílias marcadas por traições e obsessões enfrentam um acerto de contas espiritual. Com Bruno Gissoni e Letícia Augustin.
‘Super Mario Galaxy: o filme’
Depois de salvar o mundo, Mario e seus amigos precisam juntar forças novamente para combater Wario e Bowser Jr. Direção de Aaron Horvat e Michael Jelenic.
‘Zico, o samurai de Quintino’
Até que ponto um filme sobre o maior ídolo da história do Flamengo poderia interessar a torcedores de outros times? Contrariando a expectativa de uma obra só para convertidos, o documentário “Zico, o Samurai de Quintino”, dirigido por João Wainer, equilibra a trajetória do atleta com um perfil envolvente do ser humano Arthur Antunes Coimbra. A imagem de sujeito boa praça se confirma na “resenha” com os ex-parceiros Junior e Carpeggiani. Ao abordar o período de glórias rubro-negras nos anos 80, o filme escapa das armadilhas delirantes do mengocentrismo, abrindo brecha para episódios controversos como a escandalosa arbitragem do jogo contra o Atlético-MG pela Libertadores de 1981. Bonequinho aplaude: leia a crítica.

