A água potável em Cumaná, cidade no leste da Venezuela, está em níveis extremamente baixos. Apagões diários assolam a cidade. O vento uiva pelos restos saqueados de sua outrora ilustre universidade. Catadores vasculham lixões em busca de restos de comida. Grande parte de Cumaná, que já foi uma joia da coroa da base industrial do país, tem a atmosfera de uma zona de guerra devastada. Esta cidade litorânea é um mundo completamente diferente de Caracas, a capital, que está prestes a vivenciar uma recuperação em grande parte isolada da decadência que assola grande parte do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

