A Argentina volta a campo nesta sexta-feira (3), em partida contra Cabo Verde, às 19h, valendo vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. Mais uma vez, todos os olhos estarão em Lionel Messi, maior artilheiro de toda a história do Mundial e capitão da seleção do técnico Lionel Scaloni. Aos 39 anos, Messi disputa sua última Copa disposto a levantar a taça mais uma vez, como o fez em 2022.
Lionel Messi carrega consigo a mística em torno do gênio. O jogador teve sua trajetória destrinchada no livro “Messi: O gênio completo” (Editora Hábito), de Ariel Senosiain. O jornalista argentino reuniu 68 entrevistas exclusivas chegar num retrato do ídolo argentino. Há boas curiosidades na obra, como bastidores do seu começo no Barcelona e detalhes sobre suas primeiras convocações para a seleção.
Veja a seguir algumas delas.
O erro de nome na primeira convocação
“A trajetória na seleção argentina quase começou com o nome errado. Quando Omar Souto, funcionário da AFA (Associação do Futebol Argentino), conseguiu o telefone da família Messi após folhear páginas amarelas em uma cabine telefônica, ele ligou para Jorge Messi e disse: “Temos interesse em convocar o Leonardo”. O pai corrigiu imediatamente: “O nome do meu filho é Lionel!”
A superação física para ficar mais alto
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Antes de ser um gigante nos gramados, Messi enfrentou um desafio que quase barrou sua carreira. Diagnosticado com deficiência de hormônio de crescimento, ele media apenas 1,26m aos onze anos. Aos treze, já medindo 1,50m, intensificou o tratamento na base do Barcelona. E precisou de uma disciplina rigorosa, aplicando injeções de somatotropina sintética em si mesmo até atingir seus 1,70m”
O aval de Ronaldinho Gaúcho: ‘Melhor do que eu’
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“Em 2004, quando Messi era só um adolescente silencioso na pré-temporada do Barcelona na China, Ronaldinho Gaúcho já previa o futuro. O ídolo brasileiro, que vivia o auge de sua carreira e era o atual melhor do mundo, disse categoricamente à jornalista Cristina Cubero: “Esse cara vai ser melhor do que eu”.
O estilo ‘misterioso’ mais conhecido do planeta
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“Alvo de teorias sobre sua introspecção, Messi é descrito no livro como alguém que “anda no campo enquanto observa o que acontece”. Seu pai revela que, desde criança, ele “se desligava” do que acontecia no jogo, parecendo ausente, até que recebia a bola e marcava o gol. Na sua primeira vez como capitão (2010), ele era tão tímido que “travou” ao tentar fazer o discurso motivacional no vestiário”
O painel que quase quebrou seu tornozelo
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“Em 2012, num amistoso épico em Nova Jersey, Messi marcou três gols contra o Brasil na vitória argentina por 4 a 3. A comemoração do terceiro gol (uma pintura onde ele driblou Marcelo e chutou no ângulo) foi tão insana que o elenco e a comissão técnica pularam sobre ele, derrubando um painel publicitário. O massagista Marcelo D’Andrea e o goleiro Orion tiveram que segurar o cartaz com as mãos para evitar que caísse sobre o craque e quebrasse seu tornozelo.”

