A entrada de lideranças do PT no Nordeste como Camilo Santana e Rafael Fonteles na coordenação da campanha de Lula no segundo turno mudou completamente o clima no QG do petista.
Internamente, a avaliação é que o presidente deixou de ser tratado como “ídolo” e passou a ser visto como um candidato que precisa fazer o que tem que ser feito para ganhar uma eleição.
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A mudança na campanha de Lula no 2º turno: de 'ídolo' a candidato
