O Brasil, felizmente, acordou a tempo da hibernação que por pouco não fez presidente da República um senador sem brilho, herdeiro de um líder político golpista, mergulhado em investigações por crimes comuns, de corrupção passiva a lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A candidatura de Flávio Bolsonaro, alavancada pelo capital político do pai, jamais deveria ter sido levada a sério, seja pela escassez de propostas, seja pela biografia minúscula, cujo epílogo (espera-se) contém vexatória fuga para os Estados Unidos e uma carta à nação em que se proclama “presidente eleito” num pleito em que foi derrotado por mais de 4,4 milhões de votos, mais que a população inteira da Paraíba. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Cabe a Lula apagar adversário dos registros
