É curioso que um livro escrito por uma intelectual parta da incompreensão. A aparente contradição expressa no título “Não entender” equivale justamente ao estranhamento que, para a argentina Beatriz Sarlo (1942-2024), sempre foi essencial para despertar a própria atenção: “O que me atraía era a resistência do sentido, não sua abertura. Entender de imediato chegou a significar, para mim, que o que se entendia não valia a pena.” Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Crítica de livro: com ensaios e autobiografia, 'Não entender', de Beatriz Sarlo, mostra como encarar o desconhecido
É curioso que um livro escrito por uma intelectual parta da incompreensão. A aparente contradição expressa no título “Não entender” equivale justamente ao estranhamento que, para a argentina Beatriz Sarlo (1942-2024), sempre foi essencial para despertar a própria atenção: “O que me atraía era a resistência do sentido, não sua abertura. Entender de imediato chegou […]