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De olho no verão? O que a primavera tem a ver com tratamentos estéticos

A chegada da primavera costuma marcar o início da preparação para o verão, mas alguns tratamentos corporais exigem mais tempo para que os resultados apareçam. Procedimentos voltados para celulite, flacidez, gordura localizada e qualidade da pele têm indicações e mecanismos diferentes, e parte deles depende de uma resposta gradual do organismo. Por isso, para quem […]

De olho no verão? O que a primavera tem a ver com tratamentos estéticos


A chegada da primavera costuma marcar o início da preparação para o verão, mas alguns tratamentos corporais exigem mais tempo para que os resultados apareçam. Procedimentos voltados para celulite, flacidez, gordura localizada e qualidade da pele têm indicações e mecanismos diferentes, e parte deles depende de uma resposta gradual do organismo. Por isso, para quem considera alguma intervenção estética, os meses que antecedem a estação podem ser usados para avaliar opções com mais calma, sem concentrar decisões nas semanas que antecedem as férias.
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A celulite está entre as queixas mais comuns quando o assunto são tratamentos corporais. As depressões observadas principalmente em glúteos e coxas podem estar relacionadas à tração exercida por septos fibrosos, estruturas que conectam a pele aos tecidos mais profundos. Em alguns casos, a subcisão pode ser indicada para romper essas estruturas e reduzir a retração que contribui para o aspecto irregular da pele.
“O erro é esperar dezembro e tentar resolver tudo de uma vez. Quando existe indicação, começar antes permite tratar e acompanhar como aquele corpo responde, sem a pressão de buscar um resultado imediato”, explica a médica Nívea Bordin Chacur, CEO da Clínica Leger.
Já flacidez, gordura localizada e alterações na qualidade da pele envolvem mecanismos distintos. Alguns tratamentos buscam estimular a produção e a remodelação de colágeno, enquanto outros atuam sobre o tecido adiposo ou sobre o contorno corporal. Embora essas características possam aparecer simultaneamente, a presença de mais de uma queixa não significa que todas devam receber o mesmo procedimento.
Outro ponto a considerar é o período de recuperação. Dependendo da técnica escolhida, podem surgir inchaço, hematomas e sensibilidade, enquanto determinados tratamentos apresentam mudanças de maneira progressiva, ao longo de semanas ou meses. Conhecer esse intervalo ajuda a evitar procedimentos muito próximos de viagens, eventos ou períodos de maior exposição ao sol.
Mais do que estabelecer uma lista de procedimentos para fazer antes do verão, a avaliação deve considerar o que de fato incomoda, as características de cada corpo e os resultados possíveis.
“Celulite, flacidez, gordura localizada e qualidade da pele exigem tratamentos e prazos diferentes. Não existe uma fórmula única para tratar todas essas queixas antes do verão. O ideal é entender primeiro o que realmente incomoda, o que tem indicação e quanto tempo aquele resultado pode levar. Deixar tudo para dezembro acaba limitando as possibilidades”, conclui Nívea.

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Autor

BRCOM