Maurício Bekin tinha encerrado há pouco tempo um rodízio de guarda, por volta das 6h, quando recebeu uma ligação da mãe perguntando se ele estava em segurança. Sem entender muito bem a preocupação, o jovem, com então 20 anos, cumprindo serviço militar obrigatório em Israel, pediu para ela ficar tranquila e deixá-lo descansar. Menos de uma hora depois, um militar mais graduado disse que todos deveriam escrever cartas de despedida para familiares e amigos e estarem prontos para partir em missão. Somente quando estava a caminho do sul do Estado judeu, em 7 de outubro de 2023, Bekin entendeu que estava diante do ataque mais letal da história do país, que vitimou 1,2 mil pessoas e resultou no sequestro de outras 251. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
'Estou disposto a deixar meus traumas de lado por um futuro melhor': Sobreviventes do 7 de Outubro relembram atentado em ato na Grande São Paulo
