Uma fiscal do Partido Liberal (PL) foi conduzida à delegacia após uma confusão no Colégio Estadual Amaro Cavalcanti, no Catete, na Zona Sul do Rio, na manhã deste domingo, durante o segundo turno das eleições presidenciais. Segundo Ronaldo Pimentel, administrador do prédio, fiscais eleitorais foram acionados após reclamações de que uma mulher estaria tentando convencer eleitores a votar no senador Flávio Bolsonaro (PL). A Polícia Militar foi acionada.
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— Parece que alguns eleitores fizeram uma reclamação de que tinha uma senhora fazendo boca de urna. Os fiscais foram até lá e parece que constataram. Houve uma discussão entre eles, em que os ânimos se acirraram, e aí chamamos a intervenção da polícia — relatou Pimentel.
Pimentel acrescentou que a polícia foi acionada tanto pelos fiscais quanto pela administração do prédio. Os envolvidos foram encaminhados à delegacia para prestar esclarecimentos.
Segundo informações de funcionários do colégio, ela é reincidente, pois também pediu votos ao bolsonarista no primeiro turno. O juiz federal Tiago Portes esteve no local para ver a ocorrência e constatou possível crime eleitoral por parte da fiscal do PL. A acusação é de captação ilícita de voto e injúria.
Segundo o soldado Parga, esse foi o primeiro acionamento atendido pela equipe na região neste domingo.
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