A França enfrenta nesta quinta-feira (5) uma greve nacional que interrompe serviços públicos e provoca manifestações em diferentes cidades do país. Em Paris, a Torre Eiffel foi fechada ao público, segundo comunicado publicado no site oficial do monumento. A expectativa, de acordo com a agência AFP, era de que até 80 mil pessoas participassem dos atos na capital.
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A mobilização reúne sindicatos e estudantes em uma onda de protestos que se estende há semanas. As paralisações atingem setores como educação e transporte ferroviário, enquanto manifestantes foram às ruas em cidades como Marselha, Nantes e Paris. Entre os participantes estão integrantes da Confederação Geral do Trabalho (CGT), uma das principais centrais sindicais francesas.
Protestos começaram com reivindicações estudantis
O movimento teve início com estudantes do ensino médio, que protestavam contra as condições de ensino. As manifestações ganharam força em meio à insatisfação com o aumento do custo de vida e a desigualdade social. A mobilização culminou, em 17 de outubro, em episódios de violência que foram apontados como os piores distúrbios registrados na França em anos.
A paralisação ocorre enquanto o governo enfrenta o desafio de equilibrar as contas públicas da segunda maior economia da União Europeia, em um cenário de pressão política às vésperas das eleições presidenciais previstas para 2027.
Greve nacional fecha Torre Eiffel e provoca protestos em várias cidades da França
