Quando Luis de la Fuente assumiu o comando da seleção espanhola, há quase quatro anos, ele era pouco mais que um funcionário da federação. Um discreto homem da casa, que vinha de quase uma década de trabalho na base, o que parecia pouco após o alvoroço e os holofotes em torno de Luis Enrique. Na época, a maioria dos torcedores precisaram pesquisar no Google sobre ele, o que levou alguns meios de comunicação a chamá-lo de Luis de la Quem?!, um apelido maldoso. Três títulos, cinquenta partidas e uma Copa do Mundo depois, a Espanha descobriu que a resposta para a pergunta debochada é simples: o futuro da seleção. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Luis de la Fuente, o novo rei da Espanha
