Paula (nome fictício), de 56 anos, nasceu e passou toda a vida na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio. Nas primeiras horas da manhã de 28 de outubro do ano passado, ela ouviu os primeiros tiros daquela que entraria para a história como a operação policial mais letal do Brasil. Ao longo do dia, os confrontos se intensificaram, sem que traficantes ou forças de segurança dessem sinais de recuo. A cada atualização, aumentava o número de mortos, até chegar a 122: 117 suspeitos e cinco policiais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Megaoperação no Alemão: um ano depois, chefes do CV seguem livres e moradores sofrem com extorsão e violência
