De 18 a 20 estados podem ter o governador definido já no primeiro turno, segundo a pesquisa Quaest divulgada na noite de sábado. Em 18 deles, o líder tem mais de 50% dos votos válidos: Santa Catarina (Jorginho Mello, 71%), Mato Grosso do Sul (Eduardo Riedel, 67%), Piauí (Rafael Fonteles, 67%), Roraima (Arthur Henrique, 64%), Paraíba (Lucas Ribeiro, 61%), São Paulo (Tarcísio de Freitas, 60%), Goiás (Daniel Vilela, 57%), Pará (Dr. Daniel, 57%), Sergipe (Fábio Mitidieri, 55%), Mato Grosso (Otaviano Pivetta, 54%), Minas Gerais (Cleitinho Azevedo, 54%), Amapá (Dr. Furlan, 53%), Distrito Federal (Celina Leão, 53%), Rondônia (Marcos Rogério, 53%), Bahia (Jerônimo Rodrigues, 52%), Maranhão (Eduardo Braide, 52%), Pernambuco (Raquel Lyra, 52%) e Rio Grande do Sul (Zucco, 52%). Alagoas (Renan Filho com 50% e JHC com 49%) e Ceará (Elmano de Freitas com 50% e Ciro Gomes 49%), também podem ser decididos no primeiro turno,
Os outros sete estados devem ter segundo turno, porque nenhum candidato passa de 50%: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte e Tocantins. No Rio de Janeiro, a situação está indefinida por conta do candidato Garotinho. Com o ex-governador, a pesquisa mostrou que Eduardo Paes tem 49% e Ruas, 40%, de votos válidos. No cenário sem Garotinho, Paes tem 51% dos votos válidos e Ruas, 43%, o que levaria a eleição a terminar no primeiro turno. O TSE revogou a liminar de Garotinho, mas um recurso contra indeferimento ainda será julgado pela Corte, que pode validar candidatura
Vence no primeiro turno quem tiver mais de 50% dos votos válidos mais um. Por isso, os estados com 52% e 53% têm pouca folga e podem mudar de situação dentro da margem de erro da pesquisa.
Os estados em que a eleição pode terminar no primeiro turno
