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Petróleo bate US$ 100 pela primeira vez desde julho após ataques na Arábia Saudita

O preço do barril de Brent do Mar do Norte atingiu nesta quarta-feira os US$ 100 pela primeira vez desde o fim de julho, em meio ao agravamento das hostilidades no Oriente Médio. Com novos projetos: Oferta de gás natural no Brasil saltará 50%, mas especialistas afirmam que será preciso estimular consumo Especial: Foz do […]

Petróleo beira US$ 100 com ataque à refinaria da Arábia Saudita


O preço do barril de Brent do Mar do Norte atingiu nesta quarta-feira os US$ 100 pela primeira vez desde o fim de julho, em meio ao agravamento das hostilidades no Oriente Médio.
Com novos projetos: Oferta de gás natural no Brasil saltará 50%, mas especialistas afirmam que será preciso estimular consumo
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O contrato para entrega em novembro chegou brevemente a US$ 100,19. Por volta das 7h45 GMT, recuava ligeiramente e, em seguida, subia 1,94%, a US$ 99,82.
O valor começou a subir nesta terça-feira, após uma série de ataques dos rebeldes houthis do Iêmen contra a vizinha Arábia Saudita, potência exportadora do “ouro negro”.
O equivalente americano, o West Texas Intermediate (WTI), para entrega em outubro, subia 1,46%, a US$ 94,39.
— O patamar de US$ 100 é um nível psicológico que tem peso nos mercados — afirmou Kathleen Brooks, analista da XTB.
Segundo ela, uma vez superado esse nível, “muitos bancos centrais não terão outra opção a não ser elevar suas taxas de juros” para controlar a inflação.
Isso poderia “encarecer os custos [de financiamento] para empresas e pessoas físicas”, com consequente impacto na atividade econômica, avaliou a analista.
Tensão no Oriente Médio
A alta ocorre após uma nova escalada das hostilidades na região. A Guarda Revolucionária, o exército de elite do regime iraniano, afirmou nesta quarta-feira que atacou uma base militar americana na Jordânia.
Também atacou cerca de 20 embarcações no Golfo, em retaliação a operações anteriores de Washington que destruíram cinco petroleiros iranianos na região.

Petróleo bate US$ 100 pela primeira vez desde julho após ataques na Arábia Saudita

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BRCOM