No auge da pandemia, o isolamento social e a rotina de telas naturalizaram o comportamento do menino de 13 anos que quase não saía mais do quarto. A dona de casa Flávia de Melo, preocupada com o tempo excessivo do filho no computador, passava pela porta e perguntava o que ele tanto fazia ali. Ouvia sempre a mesma resposta: “Estou jogando”. Como o garoto era alvo de bullying na escola e tinha dificuldades de socialização, a família enxergava a interação virtual como uma forma de acolhimento. Só um ano mais tarde Flávia descobriu o horror que se escondia por trás daquela porta. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Um mês após a suspensão de transmissões ao vivo, pedidos de derrubada de servidores ao Discord caem 43%
No auge da pandemia, o isolamento social e a rotina de telas naturalizaram o comportamento do menino de 13 anos que quase não saía mais do quarto. A dona de casa Flávia de Melo, preocupada com o tempo excessivo do filho no computador, passava pela porta e perguntava o que ele tanto fazia ali. Ouvia […]