Independentemente do resultado da guerra entre minoritários da Oncoclínicas e o fundo Centaurus na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as partes dessa “novela” bilionária têm uma certeza: a última batalha vai se dar, necessariamente, em arbitragem.
Como de praxe entre companhias abertas, o estatuto da companhia tem cláusula arbitral, estipulando a Câmara da B3 como foro legítimo para desentendimentos societários. Por isso, segundo pessoas diretamente envolvidas no conflito sobre a OPA, o lado perdedor na esfera da CVM — seja ele qual for — levará a discussão para o tribunal arbitral.
Ou seja: a “novela” societária tem tudo para virar série, daquelas pródigas em temporadas.
Uma certeza na ‘novela’ da Oncoclínicas
