As universidades públicas brasileiras tornaram-se palco da radicalização daquilo que a bibliografia especializada define como “guerra cultural”, disputas envolvendo visões de mundo baseadas em diferentes modalidades de definir a essência da realidade. Quando esses embates se ancoram nas representações de gênero e raça, surge o aspecto mais problemático dos identitarismos: a tendência a determinar que certas condições de existência são naturalmente corruptas ou virtuosas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

