Quis o destino — ou o sistema de distribuição dos processos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — que a ação movida pelo PT contra o senador Flávio Bolsonaro, pelo uso de IA na convenção do PL, fosse parar nas mãos do ministro Nunes Marques. Caberá agora ao presidente do TSE decidir se segue o entendimento atual, que proíbe o uso de deepfake nas campanhas, ou se inova e propõe a liberação da tecnologia na eleição deste ano, endossando os argumentos da campanha de Flávio. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

