Certas conversas, encontros, palavras reverberam em nós muito tempo depois de ocorridas, vividos, ouvidas. Foi assim com o diálogo que mantive com Angela Davis, em mesa idealizada pelo Sesc-RJ na edição 2026 da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip. À filósofa, professora e ativista apresentei perguntas a partir do pensamento de grandes intelectuais negras e negros do Brasil, entre os quais Conceição Evaristo. A grande escritora nacional cunhou o conceito de escrevivência, a produção literária extraída da experiência, das cicatrizes, das histórias da própria autora e de seu povo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

