Um espectro ronda a vida de quem escreve — o espectro da IA. Ela está para o escritor preguiçoso como o auto-tune para o cantor desafinado ou o dublê de corpo para quem precisa sair bem na fita apesar das inseguranças, dos erros e das perebas. Ou, ainda, como o para o fotógrafo sem muito jeito com enquadramento, alinhamento e exposição. Não opera o milagre de converter água em vinho, mas faz uma reestruturaçãozinha molecular que, num clique, transforma seu rascunho em arte final. E, numa espécie de harmonização facial, deixa tudo com a mesma cara — não necessariamente de uma Bruna Lombardi ou de um Marlon Brando. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

