Valéria Barcellos avisou ao diretor Jorge Farjalla que “quebraria tudo” caso não fosse escolhida para o papel de Geni na nova adaptação de “Ópera do malandro”. Há pouco mais de uma década, desde que se deu conta de que a canção “Geni e o zepelim” tratava da maldita e bendita vida de uma prostituta travesti, a atriz trans e cantora empreende uma pesquisa quase obsessiva sobre a música, esmiuçando a letra de Chico Buarque e correlacionando-a com outros textos (a composição se inspira no conto “Bola de sebo”, de Guy de Maupassant). Tudo isso porque, ao revirar as pedras no meio do caminho da personagem sofrida, a artista de 46 anos percebeu que também escavava a própria história. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

