O Fluminense colocou em prática a troca de comando e a saída do técnico Luis Zubeldía após o empate no Maracanã contra o Rivadavia, mas a saída já era costurada antes da Libertadores, como o blog adiantou no começo da semana.
A decisão, que ganhava força pelo lado do presidente Matheus Montenegro, se tornou consenso depois do empate e teve o aval dos diretores Mario Bittencourt e Paulo Angione, que procuraram não agir por impulso depois da queda na Copa do Brasil para o Vasco.
O trio enumerou os prós e contras, que passavam por um bom clima no vestiário, boa avaliação do trabalho do técnico, mas desempenho e resultados ruins depois da Copa do Mundo.
Para não gerar consequências dentro da própria diretoria nem responsabilizar o elenco, a cúpula fez o usual e interrompeu o trabalho sob pretexto de criar um fato novo para o jogo da volta, na Argentina.
Mas também é consenso que a queda individual de vários atletas pesou para a má fase. Sobretudo dos homens de frente, incluindo o atacante Hulk.
Do lado dos jogadores, a avaliação era que Zubeldía desenvolvia um dos melhores trabalhos do Brasil, mas não resolvia os problemas do time quando eles surgiam. Ou seja, era “engessado”.
A direção, após derrota para o Vasco e queda na Copa do Brasil, debateu a troca, mas deu nova chance pelo trabalho bem avaliado, mas com a queda de produção na Libertadores resolveu não esperar.

