A descoberta de petróleo na Foz do Amazonas pela Petrobras é uma boa notícia, diante da perspectiva de que as reservas provadas no país sejam suficientes para mais cerca de 14 anos de produção. A estimativa foi apresentada por Roberto Ardenghy, presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás (IBP), em entrevista à Folha de S.Paulo publicada em junho. Ainda é preciso, no entanto, delimitar a descoberta no poço Morpho, no Amapá, verificar o volume de petróleo existente na área para saber se a exploração comercial será viável, como explicou Magda Chambriard, presidente da Petrobras, em reportagem do GLOBO. O que foi comprovado até agora é a existência de petróleo na região — algo que já era esperado, considerando que países vizinhos, como a Guiana, já produzem na mesma faixa geológica. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

