Nos últimos três meses, já considerados os efeitos da sazonalidade, a inflação tem rodado em um patamar mais baixo e surpreendido positivamente os analistas. Eles esperavam, por exemplo, uma deflação menor do que a registrada na prévia da inflação de agosto, que recuou 0,40%. Desde abril, a taxa acumulada em 12 meses do IPCA-15 não ficava dentro do intervalo de tolerância da meta. Em agosto, o indicador ficou em 4,24%, abaixo do teto de 4,5%. Ainda não é o suficiente para dar uma tranquilidade de que a inflação vai caminhar para o centro da meta, mas dá confiança de que a inflação de fato está desacelerando e de uma forma disseminada, diz Carlos Lopes, economista do banco BV. Na avaliação de Lopes, o resultado do IPCA-15, divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE, dá um pouco mais de conforto para o Banco Central fazer um novo corte nos juros básicos da economia na reunião de setembro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Desaceleração da inflação vai além de alimentos e dá confiança para corte de juros na avaliação de economistas
Nos últimos três meses, já considerados os efeitos da sazonalidade, a inflação tem rodado em um patamar mais baixo e surpreendido positivamente os analistas. Eles esperavam, por exemplo, uma deflação menor do que a registrada na prévia da inflação de agosto, que recuou 0,40%. Desde abril, a taxa acumulada em 12 meses do IPCA-15 não […]