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‘Apontaram a arma para minha cachorra, porque ela latiu’

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julho 22, 2025
in News
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A confusão na casa de Oruam, no Joá — Foto: Oruam/Instagram

A influenciadora Fernanda Valença, noiva do rapper Oruam, utilizou suas redes sociais para se manifestar sobre ação de policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), na residência do casal, no Joá, Zona Oeste da cidade, nesta segunda-feira. Agentes estiveram na mansão após descobrirem que um adolescente, acusado de atuar como segurança de um chefe do Comando Vermelho, estava no local. Na manhã desta terça-feira, a Justiça do Rio expediu um mandado de prisão preventiva contra o rapper Mauro Davi Nepomuceno, mais conhecido como Oruam.

  • Quem é Adolescente que fugiu da polícia após confusão com Oruam é apontado como segurança de chefe do CV e integrante da Equipe do Ódio
  • Da Barra a Botafogo: dez bairros do Rio concentram um terço dos roubos de celular, e crime abastece mercado ilegal que desafia a polícia

Em seus stories no Instagram, Fernanda afirma que estava trabalhando em casa, quando foi pega de surpresa pelos gritos envolvendo a confusão do rapper Oruam e policiais da DRE. Momentos depois do caso estabilizado, ela fez um desabafo para os seus seguidores, afirmando que os policiais chegaram na residência do casal sem utilizar fardas e entrando em espaços da casa sem o consentimento da proprietária.

— Em nenhum momento tinham farda. Eu nem sabia o que eles eram. Depois subiram de fuzil, apontaram a arma para minha cachorra, porque ela latiu — contou.

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  • Justiça decreta prisão preventiva
  • ‘Marginal da pior espécie’
      • ‘Apontaram a arma para minha cachorra, porque ela latiu’

Justiça decreta prisão preventiva

A Justiça do Rio expediu, nesta terça-feira, um mandado de prisão preventiva contra o rapper Mauro Davi Nepomuceno, mais conhecido como Oruam após confusão na noite desta segunda-feira.

Oruam filmou o delegado Moyses Santana, titular da DRE, e xingou o policial. “Tem mais de 20 viaturas na minha casa. O mesmo delegado que me prendeu. Eu estava saindo e colocaram a pistola na minha cara. Claro que ele vai querer prender nós (sic) porque nós é filho de bandido”, disse o cantor em vídeo postado nos stories. O pai de Oruam Márcio Nepomuceno dos Santos, o Marcinho da VP, apontado como um dos integrantes da cúpula do Comando Vermelho (CV).

Em seguida, ele mostra uma pessoa sendo presa por desacato e escreve: “Até agora não sei o que está acontecendo”. Em seguida, diz que está no Complexo da Penha, na Zona Norte, e desafia a polícia a prendê-lo no conjunto de favelas. E afirma ser “filho do Marcinho”.

A confusão na casa de Oruam, no Joá — Foto: Oruam/Instagram

A prisão aconteceu porque o rapaz foi um dos que lançou pedras contra as equipes. Ele foi autuado por resistência, desacato, lesão corporal e dano ao patrimônio público.

Ainda conforme a polícia, os agentes da DRE foram à casa de Oruam após receberem informações de que um adolescente apontado como segurança de Edgar Alves de Andrade, o Doca, um dos chefes do CV no Rio, estaria lá. Ele também é um dos fundadores da Equipe do Ódio, grupo de “puxadores de roubo”, principalmente de veículos.

Os agentes fizeram um cerco em frente à casa do rapper e abordaram o adolescente já na rua. O jovem chegou a ser colocado em uma viatura da polícia, mas durante a confusão, em que chegaram a jogar pedras contra os agentes, ele conseguiu fugir. O cantor teria fugido junto com o menor de idade para a Penha.

Com 17 anos, ele é apontado como um dos fundadores da Equipe do Ódio. Segundo a Polícia Civil, o grupo de assaltantes é formado por adolescentes ou novatos no tráfico. Por essa razão, eles têm ações arriscadas nas ruas. Os delitos do grupo ocorrem em diferentes regiões da cidade, especialmente nos bairros de Madureira, Quintino, Cascadura, Brás de Pina e Vila da Penha, na Zona Norte, e na Barra da Tijuca, Zona Oeste.

‘Marginal da pior espécie’

Na manhã desta terça-feira, o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, comentou o episódio ocorrido na casa de Oruam e afirmou ao Bom Dia Rio, da TV Globo, que o rapper é um “marginal da pior espécie e ligado ao Comando Vermelho”. Oruam será indiciado por associação para o tráfico, por ligação direta dele com a facção,, disse Curi.

— Se alguém, tinha dúvida se era uma marginal ou um artista periférico, está claro: é um marginal — afirmou o delegado.

Em fevereiro deste ano Oruam foi preso em flagrante por abrigar em sua casa um foragido da Justiça. O cantor era alvo de buscas, mas policiais encontraram na casa dele o traficante Yuri Pereira Gonçalves, que era procurado por organização criminosa. Com ele havia uma pistola 9mm com kit-rajada e munição. O rapper foi liberado horas depois.

Na semana anterior ele já havia sido preso na orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste da capital, após dar um “cavalo-de-pau” na frente de um carro da Polícia Militar e parar virado para a contramão. Autuado em flagrante por direção perigosa, o rapper pagou uma pensão de R$ 60 mil e foi solto.

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