Herança maldita da COP29, o financiamento climático — ou seja, o dinheiro que os países ricos devem pagar às nações em desenvolvimento para ajudar em políticas de adaptação e transição energética — voltará a assombrar as negociações, na COP30. O montante acordado, de US$ 300 bilhões por ano, passa longe do requerido, de US$ 1,2 trilhão. E não é por falta de solução. Um estudo da coalizão britânica Tax Justice Network estimou que a taxação dos 0,5% mais ricos poderia mobilizar, por ano, até US$ 2,1 trilhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.