Não há criança no Brasil que, diante de uma pequena rejeição social, não tenha escutado dos mais velhos, ainda que a contragosto: “Antes só do que mal-acompanhado” ou “Quem anda só, anda quando quer”. Mas, pelo caminhar das transformações do mundo, é melhor nos acostumarmos. Tudo indica que as andorinhas terão de se virar para fazer o verão sozinhas, um dedo catará os piolhos sem ajuda de nenhum semelhante e as mãos já estão em pleno desenvolvimento de um método autolimpante, dado que não haverá outra para ajudá-las na tarefa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

