Inspirado por Agnès Varda e tudo o que suas 200 magníficas fotografias expostas no Instituto Moreira Salles, de São Paulo, revelam sobre a vida urbana de chineses, norte-americanos, portugueses, franceses e cubanos entre as décadas de 1950 e 1960, encorajei-me diante da Gangue da Bicicleta, uma modalidade de roubo de celulares tão paulistana quanto o nosso pastel de feira, e, mesmo não sendo um fotógrafo, saí registrando o invisível que nos ronda (o que, espero, incluirá a própria Gangue da Bicicleta). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

